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O Legado Roubado da Amante

Capítulo 4 

Palavras: 655    |    Lançado em: 08/07/2025

à frente, interrompendo o fluxo de conversas q

em, "mais do que uma simples parceria de projeto, eu gostaria de propor um contrato de lealdade.

ritado. Seus olhos se estreitaram. Pedro era para ser um peão, uma

, perigosa. "Sua lealdade já não deveria ser implícit

ar: um mero funcionário que teve a sort

a recente vitória e pelo a

ficial. Quero que todos saibam que meu destino está ligado ao dela. Eu, Pedro, juro dedicar todo o meu talento, todo

ança comigo. Para os desavisados, parecia um gesto nobre. Para mim, era a cena final de uma farsa grotesca. A lealdade que ele

fre. Com as mãos trêmulas, mas firmes, procurei pela chave que minha mãe me dera anos

o. O som foi quase inaudível em meio aos aplausos que começaram

as ou ouro, mas pilhas de documentos amarelados, cadernos de anotações com a cali

oso, a minha herança. A resposta da minha mãe à traiç

io voltou a cair sobre o salão, mas desta vez, era um silêncio curioso. Todos

gudo, como o de um vidro se

ac

ma amostra rara do café que era a peça central do meu projeto roubado. Uma fissura inexplicáve

ltidão. "O que foi isso?"

asco, perplexos. A perfeição do m

na capa, embora desbotadas, ainda eram legíveis: "

ezou por ser "pequena demais", "um nicho sem importância". A empr

o mundo deles com

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O Legado Roubado da Amante
O Legado Roubado da Amante
“A dor aguda no meu peito era quase física, um peso que tornava cada respiração uma tarefa difícil. No palco, Pedro, o funcionário em quem eu mais confiava, apresentava o projeto da minha vida como se fosse dele, roubando anos do meu suor e sangue. Meus olhos encontraram os do meu pai e de Rafaela, minha meia-irmã, sentados na primeira fila; o sorriso presunçoso dela gritava que eram os arquitetos dessa traição. "Sofia", a voz de Pedro ecoou, cheia de desprezo, "você é dedicada à terra, mas falta-lhe visão de negócios." O calor da humilhação subiu pelo meu rosto enquanto o silêncio do salão voltava todos os olhares para mim. Não bastava roubar meu projeto, meu pai me ofereceu um relíquia inútil de minha mãe, enquanto Rafaela, com doçura venenosa, cobiçava o anel de liderança da família. Eu estava sendo despojada de tudo, por aqueles que deveriam me proteger, me criando um questionamento profundo para o porquê de tanta maldade vinda da minha própria família. Mas, neste fundo do poço, uma memória esquecida surgiu, o cofre de madeira escura da minha mãe, que todos consideravam um lixo, agora se tornava a única esperança. Eu não ia desmoronar ali, não na frente deles. Com uma nova força, nascida do desespero e da raiva, respirei fundo, endireitei as costas e caminhei em direção ao palco. "O verdadeiro poder", eu disse, "está aqui" .”
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