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Vingança e Honra: O Retorno

Capítulo 2 

Palavras: 789    |    Lançado em: 08/07/2025

m maremoto, me afogando em dor e arrependimento, lembranç

e, no dia seguinte, meu mundo desabou, o "sequestro" aconteceu exatamente como eles pla

abertamente, "Você foi descuidada!", "Você deixou a porta aberta!",

, envergonhados e devastados, mal conseguiam olhar nos meus olhos, a dor da perda do neto e a humilhação pública quebraram o espírito deles, meu pai adoeceu, minha mãe envelheceu déc

ia, a mulher que per

sem questionar nada, ele ficou com a casa, com tudo, eu sa

todo o país, de cidade em cidade, mostrando a foto desbotada do meu menino, dormindo em albergues baratos, muitas vezes comendo apenas pão seco para economizar dinheiro, no inverno, e

el pela família de Pedro, todo mês, eu mandava o pouco dinheiro que conseguia juntar fazendo bicos para Sônia

eu era uma casca vazia, movida apenas pela esperança de encontrar meu filho, eu

disseram que um menino parecido com a foto de João tinha sido visto em uma festa d

e esgueirei para dent

deslumbrante em um vestido de seda, e ao lado deles, um j

o

Jo

ável e fel

, não houve sequestro, não houve roubo, foi tudo u

imento, de sacrifício, tudo tinha si

meu coração simplesmente parou, eu caí no chão, e a última coi

m que tudo começou, com o cheiro de feijão no fogo

e ferro tomou conta de mim, eles me tiraram tudo uma vez, não iriam conseguir de novo, eu não ia ser a vítima, eu não ia passar a

atos, a Maria boba e ingênua morreu naquela festa de caridade na minha vida passada, a mulher que estava agor

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Vingança e Honra: O Retorno
Vingança e Honra: O Retorno
“A noite estava fria e o cheiro de feijão na cozinha trazia o conforto de uma vida simples que eu, Maria, tanto amava. \nAcabei de voltar do mercado com as mãos dormentes, sonhando com a sopa preferida do meu filho João e o bolo de fubá do meu marido Pedro. \nQuando fui pegar lenha, ouvi suas vozes, a de Pedro e de Joana, minha melhor amiga, minha comadre, sussurrando segredos que estraçalhariam meu mundo. \nAli, escorada na janela, ouvi Pedro dizer que eu era uma âncora, que ele e Joana forjariam o sequestro de João e roubariam o dinheiro de nossa vida inteira, para depois me culpar e me deixar na miséria. \nPara piorar, João, meu filho de cinco anos, correu para Joana, chamando-a de "nova mamãe", e com um desprezo aprendido, disse que não gostava da comida de pobre que eu fazia. \nA mãe de Pedro, Sônia, que sempre foi minha aliada, entrou e confirmou sua cumplicidade no plano, selando a traição de todos que eu amava. \nMeu corpo gelou, mas a dor se transformou em uma raiva fria e uma clareza assustadora: eu já havia vivido isso antes. \nEm minha vida passada, essa mesma cena me levou ao inferno. \nEu caí em desgraça, fui deixada por Pedro, acusada pela vila e amargamente procurei por João durante anos, apenas para descobrir que tudo era uma farsa bem orquestrada. \nMeu filho estava vivo e feliz com eles em uma vida de luxo, e o choque da traição foi tão brutal que meu coração parou. \nMas então, eu acordei. \nAcordei de volta àquela noite, àquele exato momento. \nAs lágrimas secaram, e uma determinação de ferro tomou conta de mim: desta vez, a história seria diferente. \nEu não seria mais a vítima; eu me vingaria e restauraria minha honra, custe o que custar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10