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A Vingança da Mulher Rejeitada: O Bebé Perdido

Capítulo 1 

Palavras: 561    |    Lançado em: 08/07/2025

meira coisa que vi. Um cheiro forte de desinfetante encheu as minha

ente sobre a minha barriga. Es

ta de metal e vidro estilhaçado. Eu estava a caminho do hospital pa

o com a mão a tremer. Havia dezenas de chamadas não

guei para o Pedro. Precisava de lhe

tendida quase i

nde estás? Estás bem?

para os meus nervos em frangalhos. As lágri

hou, um soluço a rasgar a minha garg

outro lado da linha, tão d

a dizer? Não faç

i eu. "Eu tive um acident

minina ao fundo, uma voz que eu conhecia dema

stá a ficar impaciente, o bolo

esquecido completamente. Com tudo o que aconteceu, o

i que estás chateada, mas hoje é o aniversário do teu pai. Ele está à tua e

absurda, tão cruel, q

r o nosso filho! O nosso filho! E tu está

portante, e a Sofia trabalhou tanto nisto. Ela até conseguiu que

ei, a dor a transformar-se em fúria. "Eu e

ntecem. Podemos ter outros filhos. Mas tu só tens um pai

ada te

esligou. O meu marido, o pai do meu filho falecido, d

ubstituídas por uma cl

o, um futuro pelo qual tínhamos esperado e sonhado. E para o

nosso casamento, tal como

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A Vingança da Mulher Rejeitada: O Bebé Perdido
A Vingança da Mulher Rejeitada: O Bebé Perdido
“Quando abri os olhos, o teto estéril do hospital e a dor excruciante na minha barriga lisa foram a minha nova realidade. O cheiro de desinfetante não podia abafar o cheiro a desespero. Eu tinha perdido o meu bebé. Com as mãos a tremer, liguei ao meu marido, Pedro, esperando consolo. Mas a sua voz, outrora cheia de pânico, endureceu ao ouvir a notícia. "Eva, não é altura para piadas. É o aniversário do teu pai, a Sofia organizou uma grande festa!" E então, ao fundo, ouvi a voz da minha meia-irmã, Sofia, a reclamar do bolo de aniversário. O meu pai ligou a seguir, a sua voz tão fria quanto a do Pedro. "Hospital? Que desculpa é essa agora? Não podias ter esperado até amanhã para me dizeres isso? Não contes a ninguém, vai estragar o ambiente!" O choque de ver a minha dor e a morte do meu filho serem reduzidas a um mero inconveniente era esmagador. O homem com quem me casei e o meu próprio pai valorizavam mais uma festa do que a vida do meu bebé. Enquanto eu jazia na cama de hospital, dilacerada pela dor física e emocional, eles preocupavam-se em não estragar o seu "dia perfeito". Como podia a minha perda ser menos importante que um bolo? Menos importante que o orgulho deles? A minha dor transformou-se em fúria. Eles queriam que eu desaparecesse? Queriam que a minha tragédia fosse ignorada para manter as aparências? Se eles queriam uma cena, eu ia dar-lhes a melhor que já viram. Eu ia destruir a sua festa perfeita.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10