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A Vingança da Mulher Rejeitada: O Bebé Perdido

Capítulo 4 

Palavras: 619    |    Lançado em: 08/07/2025

ómen era uma lembrança constante, mas

ereço da mansão do meu pai. Ele olhou para mim pelo espelh

bem, s

tamente

a uma rua de distância, um brilho quente e convida

momento, a observar. Através das enormes janelas de vidro, eu

. Os meus amigo

uanto um pedaço de mi

te estava aberta para deixar entrar a brisa da noite. Ninguém me parou. Ninguém repa

ei o meu pai no centro da sala, a receber os cumprimentos dos convidados. El

sempenhar o papel de anfitriã perf

ersar com um dos sócios do meu pai. Ele tinha um cop

me viu. Eu

ão a bater forte contra as minhas costelas. A dor físi

riso congelou quando me viu. A sua expressão passou

ás a fazer? Eu

rompi, a minha voz surpree

ele momento, uma pausa fortuita entre canções. O silêncio rep

i, gesticulando vagamente para o b

hos de todos a seguirem-me. Senti-me como um

mbria. Ele disse algo ao homem com quem estava a falar

stás a fazer uma cena." A sua voz

u braço do

desta vez alto o suficiente para qu

o na sala

e de raiva. "Para com isso.

sto agora. Vamos falar sobre como eu estava a sangrar num carro d

ara de preocupação fingida. "Eva, querida, estás claramente pe

aço à volta dos meus om

ibilei. "Não finja

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A Vingança da Mulher Rejeitada: O Bebé Perdido
“Quando abri os olhos, o teto estéril do hospital e a dor excruciante na minha barriga lisa foram a minha nova realidade. O cheiro de desinfetante não podia abafar o cheiro a desespero. Eu tinha perdido o meu bebé. Com as mãos a tremer, liguei ao meu marido, Pedro, esperando consolo. Mas a sua voz, outrora cheia de pânico, endureceu ao ouvir a notícia. "Eva, não é altura para piadas. É o aniversário do teu pai, a Sofia organizou uma grande festa!" E então, ao fundo, ouvi a voz da minha meia-irmã, Sofia, a reclamar do bolo de aniversário. O meu pai ligou a seguir, a sua voz tão fria quanto a do Pedro. "Hospital? Que desculpa é essa agora? Não podias ter esperado até amanhã para me dizeres isso? Não contes a ninguém, vai estragar o ambiente!" O choque de ver a minha dor e a morte do meu filho serem reduzidas a um mero inconveniente era esmagador. O homem com quem me casei e o meu próprio pai valorizavam mais uma festa do que a vida do meu bebé. Enquanto eu jazia na cama de hospital, dilacerada pela dor física e emocional, eles preocupavam-se em não estragar o seu "dia perfeito". Como podia a minha perda ser menos importante que um bolo? Menos importante que o orgulho deles? A minha dor transformou-se em fúria. Eles queriam que eu desaparecesse? Queriam que a minha tragédia fosse ignorada para manter as aparências? Se eles queriam uma cena, eu ia dar-lhes a melhor que já viram. Eu ia destruir a sua festa perfeita.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10