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O Cheiro do Vazio

Capítulo 2 

Palavras: 621    |    Lançado em: 08/07/2025

is, recebi alt

arecia estranh

tínhamos passado meses a decorar com

de madeira branca, pequenas rou

ação dolorosa do qu

meio do quarto, e deix

ade de sentir tivesse sido removida cir

m som estridente que

no

z, e outra, pe

s meus membros pesados com

elo olh

álida e os seus olhos vermelhos.

ofia, a olhar com uma expressão de preocupa

a p

quebrar. "Eva, por favor. Deixa-me

nversar," disse eu,

implorou, tentand

entrada com

inha casa

ão a começar a substituir a tristeza. "E

As tuas coisas estão em caixas na gar

s a falar a sério? Vais deitar fora

us lábios. "Chamas a isso um erro? O nosso filho morreu porque estavas

er-se. "Juro que não sabia que era tão grave! Pe

a a começar a dar lugar a uma raiva fr

hesi

iguei em pânico por n

ca tinha acontecido. Eu sempre fui a pe

r favor, não culpes o Pedro. A culpa é minh

lhar gelado para ela. "Mas ele é um homem adulto. E

"Vai-te embora. Não q

porta, mas ele p

so bebé? Não podemos simplesmente d

as pa

r outr

nte explodiu, q

eu filho não é uma coisa substituível que

om toda a fo

trás, surpreendido

" sibilei. "Fica lo

orta na

na porta, a gri

no

é, fechei a porta e enco

s soluços da Sofia lá fora

eu luto, uma dec

penas divor

fazê-l

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O Cheiro do Vazio
O Cheiro do Vazio
“O cheiro a desinfetante invadiu as minhas narinas quando acordei. O meu mundo era um borrão branco, a dor da perda avassaladora. O meu bebé, o meu filho, tinha-se ido. A minha voz era um sussurro rouco. "O meu marido... Ele está aqui?" O médico lançou-me um olhar de pena. "Ele não veio. A assistente dele disse que estava numa reunião importante." Uma reunião importante. Mais importante do que a vida da esposa e do filho por nascer. Peguei no telemóvel e vi a mensagem dele: "Eva, para de fazer birra. A Sofia acabou de cair e magoou-se. Estou a levá-la ao hospital. Não me incomodes com coisas sem importância." Sofia. A sua "melhor amiga" com um braço supostamente partido. Liguei-lhe. A sua voz estava cheia de raiva: "Estás a brincar comigo? Só porque não atendi as tuas chamadas? A Sofia precisava de mim! Tu não estavas a morrer!" "O nosso filho morreu, Pedro," disse eu, a minha voz mortalmente calma. O silêncio do outro lado foi longo e pesado. A decisão estava tomada. Como pôde ele escolher uma entorse ligeira no lugar do meu filho? Será que o sacrifício do meu bebé foi, para ele, apenas um mero "exagero"? A crueldade da traição e da negligência lavrou em mim. "Vou enviar-te os papéis do divórcio em breve." Mal sabia ele o inferno que eu estava prestes a libertar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10