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Liberdade e Um Beijo Inesperado

Capítulo 2 

Palavras: 847    |    Lançado em: 08/07/2025

xão superficial que soava mais como pena, enquanto outros mal conseguiam esconder o desprezo em seus rostos. Eu era o arquiteto promissor que caiu em desgraça, o homem que foi p

ócios, com um sorriso que não chegava aos olhos. "

ência. Eu apenas assenti, caminhando até minha antiga

ia na faculdade. Eu era o estudante talentoso, apaixonado por design e estruturas, e ela era a estudante de admin

dos negócios. Ou pelo menos era isso que eu pensava. Eu trabalava noites adentro nos projetos, enquanto ela cuidava dos clientes e das finanças. Eu confiav

poca. Ele era inexperiente, mas ansioso para agradar, especialmente a ela. Eu não percebi a dinâmica que se formava

quiteto. Eu me dediquei de corpo e alma àquele projeto. Mas Bruno, sob a supervisão de Sofia, cometeu um erro grave nos relatórios fiscais,

Sofia veio até mim, os olho

, ela disse, a voz trêmula. "Houve um err

sou tudo com o Bruno?", perguntei,

periente, ele está apavorado. Se descobrirem, a carreira dele acab

dor sobre mim, apelando para o meu s

erguntei, ainda sem entender

e ela profer

umir... será um problema, mas você é estabelecido, tem um nome. Você consegue se r

, repeti,

u. "Sim, por nós. Depois que a poeira baixar

sposa e caindo em uma armadilha armada por ela. A investigação foi rápida. Com Sofia e Bruno apresentando documentos que me incriminavam e com a minha confissão coag

me trouxe de volta ao presente

rei os e-mails trocados entre Sofia e Bruno. Temos tudo. As ordens de

Alívio por ter a prova de que eu precisava. Fúri

amos em frente com tudo. Divórcio

or pedaço. Aquele escritório, aqueles colegas, aquela vida de humilhação... tudo seria deixado para trás. A jornada para reconstru

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Liberdade e Um Beijo Inesperado
Liberdade e Um Beijo Inesperado
“A umidade fria da cela ainda parecia impregnada nos meus ossos, mesmo depois de semanas em liberdade, um lembrete cruel dos dois meses que passei preso por um crime que não cometi: fraude fiscal. O verdadeiro culpado? Bruno, o assistente bajulador da minha esposa, Sofia. Mas foi meu nome que ela entregou para salvá-lo, para salvar seu amante. Eu descobri tudo só depois, as peças se encaixando com uma clareza brutal, cada olhar cúmplice, cada ausência inexplicada dela, tudo fazendo um sentido horrível agora. Mesmo assim, lá estava eu, no dia do nosso casamento, uma farsa espetacular que ela insistiu em manter, uma celebração de um amor que ela mesma tinha matado. O salão de festas era luxuoso, as flores brancas e luzes quentes não conseguiam aquecer o gelo no meu peito. Sofia estava deslumbrante em seu vestido de noiva, um anjo de seda e renda, e seu sorriso era a obra-prima de sua hipocrisia. No auge da festa, com o bolo de cinco andares à nossa frente, o celular dela tocou. "É o Bruno", ela sussurrou, a máscara de noiva feliz rachando para revelar uma preocupação genuína que ela nunca demonstrou por mim. Ela voltou pálida. "Ricardo, eu preciso ir. O Bruno não está bem, está ameaçando fazer uma besteira. Ele precisa de mim." Fui deixado sozinho no altar da nossa vida, humilhado publicamente. Ela se virou e saiu correndo, sem uma palavra, sem um olhar para trás, abandonando a nossa festa de casamento para seu amante. A humilhação queimava, quente e amarga. Por que eu fui tão cego? Como pude ser traído assim pela mulher que amava, pelo homem em quem confiei? Eu não discuti, não gritei. A raiva dentro de mim se solidificou em algo mais frio, mais duro. Enquanto ela falava de um futuro que não existia mais, eu peguei meu celular. "Patrícia, sou eu, Ricardo. Preciso de uma advogada. Podemos conversar amanhã?" A vingança seria um prato servido frio.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10