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Liberdade e Um Beijo Inesperado

Capítulo 4 

Palavras: 809    |    Lançado em: 08/07/2025

um investimento no "nosso" futuro. Eu, na época, concordei sem hesitar. Trabalhei em dobro, peguei projetos extras, sacrifiquei fins de semana e noites de sono para pagar

adiava a troca do meu carro velho, tu

ransferia cinquenta mil reais para o amante dela, para que ele pudesse comprar um apartamento. A ironia era cruel. O din

esa, me tirando da minha Cat

online. Preciso do código de veri

o, eu o enviava sem pensar, um pequeno ato de confiança, um gesto rotineiro de um casal. Agora, eu via a mensagem pelo que ela era: mai

i a me

depois

tou esperand

i nova

postal. A pequena rebelião, o simples ato de não responder, me

em nosso nome. Se eu não fizesse nada, ela certamente tentaria tomá-la de

mobiliária no centro da cidade. Sentei-me em frente

apartamento. O mai

u os documentos e então me

. Para a venda, precisaremos da assinatura dela em todos os docum

a. Eu precisava da cooperação dela. E, no estado atual das coisas, ela jamais c

ava tudo bem, talvez até ceder em algumas coisas para ganhar a confiança dela, pelo menos o suficiente pa

e nos ombros. O plano tinha um obstáculo, e eu pre

rosto estava fechado em uma máscara de frieza calculada. Ela não olhou para mim quando passei. Não re

ela disse, a voz de

lêncio, a indiferença, a presença dela no mesmo ambiente, mas me tratando como se eu fosse invisível. Era uma

odiava a tensão. Eu acabava cedendo, pedindo desculpas m

calma fria. O jogo dela era transparente para mim agora. E, pela primeira vez, eu estava pronto para jogar. Se ela queria silêncio, ela teria silêncio. Mas, por baixo da minha fachada

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Liberdade e Um Beijo Inesperado
Liberdade e Um Beijo Inesperado
“A umidade fria da cela ainda parecia impregnada nos meus ossos, mesmo depois de semanas em liberdade, um lembrete cruel dos dois meses que passei preso por um crime que não cometi: fraude fiscal. O verdadeiro culpado? Bruno, o assistente bajulador da minha esposa, Sofia. Mas foi meu nome que ela entregou para salvá-lo, para salvar seu amante. Eu descobri tudo só depois, as peças se encaixando com uma clareza brutal, cada olhar cúmplice, cada ausência inexplicada dela, tudo fazendo um sentido horrível agora. Mesmo assim, lá estava eu, no dia do nosso casamento, uma farsa espetacular que ela insistiu em manter, uma celebração de um amor que ela mesma tinha matado. O salão de festas era luxuoso, as flores brancas e luzes quentes não conseguiam aquecer o gelo no meu peito. Sofia estava deslumbrante em seu vestido de noiva, um anjo de seda e renda, e seu sorriso era a obra-prima de sua hipocrisia. No auge da festa, com o bolo de cinco andares à nossa frente, o celular dela tocou. "É o Bruno", ela sussurrou, a máscara de noiva feliz rachando para revelar uma preocupação genuína que ela nunca demonstrou por mim. Ela voltou pálida. "Ricardo, eu preciso ir. O Bruno não está bem, está ameaçando fazer uma besteira. Ele precisa de mim." Fui deixado sozinho no altar da nossa vida, humilhado publicamente. Ela se virou e saiu correndo, sem uma palavra, sem um olhar para trás, abandonando a nossa festa de casamento para seu amante. A humilhação queimava, quente e amarga. Por que eu fui tão cego? Como pude ser traído assim pela mulher que amava, pelo homem em quem confiei? Eu não discuti, não gritei. A raiva dentro de mim se solidificou em algo mais frio, mais duro. Enquanto ela falava de um futuro que não existia mais, eu peguei meu celular. "Patrícia, sou eu, Ricardo. Preciso de uma advogada. Podemos conversar amanhã?" A vingança seria um prato servido frio.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10