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Renascendo Das Cinzas Dele

Capítulo 2 

Palavras: 615    |    Lançado em: 08/07/2025

monstro, me sufo

ia lixa. Cada respir

-descoberta, comecei a me arrastar pelo chão. O carp

nda do quarto de hóspedes. Era mais longe d

A fumaça tóxica me deixava to

sma, a voz um sussurro inaudível

móveis em chamas e destroços que caíam. O som do fogo

visão ficou turva, pontos pr

ar, que meu fim havia chegado, ou

mais uma! El

hão. Senti o ar um pouco mais limpo no corre

icou e

enti foi água fria no

a, deitada em uma maca. Paramédicos estavam ao meu r

meus pulmões, e eu tossi vio

meçou a clarea

tava olhan

recebendo os primeiros socorros. Ela tinha alguns arranhões, esta

gritou um dos paramédico

m uma autoridade que ele adorava exibir. Ele era um

enou, a voz firme. "Ela inalou muita

de queimaduras, mal conseguindo respirar, e depois par

profissional, a confusão clara em seu rosto.

rrompeu com um

"Eu sou o marido. Eu sei quem precisa de ajuda prim

eus olhos encontraram os meus. Não havia preo

paramédico do que para mim. "É só um pouco de

o foi públi

dores, curiosos, a equipe de res

vem paramédico. Vi o choq

mão de Patrícia, sussurrou algo em seu

olhou pa

nquanto a primeira ambulância par

r nos meus ossos, misturando-se com o

rta de fuligem e dor, e

pletamente livre. A dor da traição era o fogo que q

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Renascendo Das Cinzas Dele
Renascendo Das Cinzas Dele
“As chamas lambiam nosso apartamento de luxo, o ar pesado de fumaça. Eu estava caída no chão, com Patrícia, a ex-namorada do meu marido, ao meu lado. Quando o resgate chegou, ouvi a voz dele, Ricardo, gritando lá de baixo: "Salvem a Patrícia primeiro! Minha esposa, Ana Paula, tem a consciência de se sacrificar! Ela entenderá!" Aquelas palavras me atingiram como brasa, revelando uma memória de outra vida: um desastre idêntico, mas naquela vez, grávida, ele me salvou, e Patrícia morreu. Agora, Ricardo tinha sua segunda chance, e eu era o "erro" a ser corrigido. Ele nem olhou para mim, correndo em direção aos bombeiros, apontando para Patrícia. Meu marido, o pai do filho que crescia em mim, estava me sentenciando à morte. No hospital, ele veio com Patrícia, radiante, sem um arranhão sequer, para me humilhar e me acusar de ciúme. Ela jogou na minha cara que se mudaria para o apartamento ao lado. Eu estava destruída, mas uma clareza gelada tomou conta de mim: eu tinha que sair dali, mas não como vítima. Eu ia viver. Por mim. Pelo meu filho. Ele roubou minha vaga na universidade para dar a ela, me expulsou de casa. Mas o que ele não sabia é que já era tarde. Eu já havia tramado minha vingança e assinado meu divórcio. No dia do vestibular, eles tentaram me parar, Patrícia até me empurrou, mas o Comandante Silva, meu aliado, apareceu. Ele revelou o divórcio e a fraude de Ricardo. Eu o encarei, dei um tapa em seu rosto e entrei para fazer a prova. Patrícia, desmascarada, surtou e foi banida. Eu passei, com a maior nota do curso. Ricardo se desculpou, chorou, implorou uma nova chance. "Não, Ricardo. Não podemos. Eu vou criar minha filha sozinha", eu disse. E segui em frente, deixando-o para trás, com o peso do que ele perdeu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10