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Renascendo Das Cinzas Dele

Capítulo 4 

Palavras: 534    |    Lançado em: 08/07/2025

ardo?", pergunt

ortar. Ele deu um passo à frente e colocou a mão no

uma seriedade forçada. "Ela perdeu tudo. É o mínimo que posso f

ra e adoração que ele nunca, em todos os

o escapou dos

ês dois?", retruquei, o sarcasmo pingando de cada palavra. "Fic

u. A máscara de bom samaritano c

aça. "Não suje a nossa relação com suas insinuações imundas! O que eu e a Patrícia temos

epeti, a palavr

juntos. Na vida passada, ele a d

o ele se tornou obcecado com a memória dela. Como ele me culpou silenc

sobre a morte dela. Era sobre o amo

ver a história, e eu era apenas um obstácul

menor que fosse, se desfez naquele moment

itamente calma, vazia de toda emoçã

o que minha raiva. Ele esperava uma briga

Patrícia. "Vamos, Pati. Não vamos perder nosso tempo

ram, de mãos dadas, s

e deixando sozinha n

elmente um assistente ou funcionário de

ão pagas. Ele também disse que, quando a senhora tiver alta, não precisa se preocupar em desfazer as malas. A maior pa

no ar e saiu apressado, como se

ão c

irei fundo, sentindo o cheiro

o de hó

as me substituindo.

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Renascendo Das Cinzas Dele
Renascendo Das Cinzas Dele
“As chamas lambiam nosso apartamento de luxo, o ar pesado de fumaça. Eu estava caída no chão, com Patrícia, a ex-namorada do meu marido, ao meu lado. Quando o resgate chegou, ouvi a voz dele, Ricardo, gritando lá de baixo: "Salvem a Patrícia primeiro! Minha esposa, Ana Paula, tem a consciência de se sacrificar! Ela entenderá!" Aquelas palavras me atingiram como brasa, revelando uma memória de outra vida: um desastre idêntico, mas naquela vez, grávida, ele me salvou, e Patrícia morreu. Agora, Ricardo tinha sua segunda chance, e eu era o "erro" a ser corrigido. Ele nem olhou para mim, correndo em direção aos bombeiros, apontando para Patrícia. Meu marido, o pai do filho que crescia em mim, estava me sentenciando à morte. No hospital, ele veio com Patrícia, radiante, sem um arranhão sequer, para me humilhar e me acusar de ciúme. Ela jogou na minha cara que se mudaria para o apartamento ao lado. Eu estava destruída, mas uma clareza gelada tomou conta de mim: eu tinha que sair dali, mas não como vítima. Eu ia viver. Por mim. Pelo meu filho. Ele roubou minha vaga na universidade para dar a ela, me expulsou de casa. Mas o que ele não sabia é que já era tarde. Eu já havia tramado minha vingança e assinado meu divórcio. No dia do vestibular, eles tentaram me parar, Patrícia até me empurrou, mas o Comandante Silva, meu aliado, apareceu. Ele revelou o divórcio e a fraude de Ricardo. Eu o encarei, dei um tapa em seu rosto e entrei para fazer a prova. Patrícia, desmascarada, surtou e foi banida. Eu passei, com a maior nota do curso. Ricardo se desculpou, chorou, implorou uma nova chance. "Não, Ricardo. Não podemos. Eu vou criar minha filha sozinha", eu disse. E segui em frente, deixando-o para trás, com o peso do que ele perdeu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10