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O Jogo Proibido do Ricardo

Capítulo 1 

Palavras: 856    |    Lançado em: 08/07/2025

sétimo aniversá

na bancada de má

de um número

sagem. Era

o, estava no seu escritório

ensamente sua s

A mão dele segurava a nuca dela com uma força que eu c

foto, uma

s meus jogos proibidos.

lo meu rosto. Senti apenas um frio familiar, um peso no estôm

restaurante premiado. Mas em casa, eu era apenas a es

ensagem. Ap

to que eu amava, com ingredientes que eu mesma escolhi no mercado aquela m

orto e resistência. Coloquei a mesa para um, com o me

o som da cha

inteiro

Ricardo entrou. Ele

amente arrumado, um sorriso vitorioso no rosto. O perfume d

uma naturalidade que me revirava o es

olhar demorando no meu avental, no

ofia. O que você p

a voz que eu imaginei que ela usava q

lêncio, segurando

ziu a testa,

A Clara fez

a, olhou para o meu prato

e prato com frutos do mar que a Sofia faz. Aquele que voc

ato era uma receita da minha avó. Er

a mim, seus olhos

a cozinha e faça o

pedido. Era

m a amante, e me ordenava a cozinhar para ela. Desconsi

homem, que um dia foi um oceano, agor

ão

, mas firme. Cortou

ado. Ele não estava acos

você

isse

ão, levou a mão ao rosto. Se

roblemas. Acho que a Sofia não gosta d

as brotaram e

o precisava. A raiva dis

você fez!"

nte e, com um moviment

to manchou o tapete persa. A comida que preparei com ta

olho voaram, sujando

na porta do seu quarto, atraída pelo barulho. O molh

e encheram de m

vermelho de fúria. Ele me agarrou pelo b

prender a m

inha, empurrando Isabela

em jantar. Talvez um pouco de

a porta

da chave girando na fec

mos tr

xo e assustado. Eu a abracei, sentindo

a porta, eu ouv

tão viril quand

isadas e de taças

cura, coberta de comida e humilhação,

ava morto

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O Jogo Proibido do Ricardo
O Jogo Proibido do Ricardo
“Hoje, nosso sétimo aniversário de casamento, amanheceu, mas não trouxe alegria. Recebi uma mensagem anônima, uma foto chocante do meu marido, Ricardo, beijando intensamente sua secretária, Clara, com uma força que antes era só minha. Abaixo da imagem, uma frase fria: "Ele disse que prefere os meus jogos proibidos. Feliz aniversário, Sofia." Eu, Sofia, chef renomada e dona de um restaurante premiado, era apenas a esposa em casa, a mulher esquecida. À noite, Ricardo chegou, não sozinho, mas com Clara, descarada e vitoriosa. Ele, com a naturalidade que me revirava o estômago, disse: "Sofia, querida, a Clara vai jantar conosco." Ela me provocou, pedindo um prato especial de frutos do mar, a receita da minha avó, a que ele dizia que eu fazia apenas para ele em ocasiões especiais. Ricardo, com olhos frios como gelo, me ordenou: "Vá para a cozinha e faça o prato para a Clara." Eu disse "Não." Aquele "Não" reverberou, e a fúria dele se revelou. Ele virou a mesa, estilhaçando pratos e espalhando a comida que preparei com tanto carinho para mim. Nossa filha, Isabela, de apenas seis anos, apareceu, o pijama de unicórnio manchado. Ele a empurrou para a cozinha, junto comigo, e nos trancou: "Vocês duas vão ficar aqui. Sem jantar. Talvez um pouco de fome te ensine a ter modos." Na escuridão da cozinha, ouvi a voz de Clara do outro lado da porta: "Ricardo, você é tão viril quando está com raiva." Com ela, risadas e tilintar de taças. Naquele momento, no meu santuário transformado em prisão, coberta de humilhação e comida, percebi que o amor não estava morrendo. Ele já estava morto e enterrado. Mas, ao ver o desprezo dele por Isabela, a raiva que pensei estar morta começou a borbulhar dentro de mim. Ricardo podia me humilhar, mas não tinha o direito de destruir a inocência da minha filha. Ele não era mais meu marido, nem pai dela. Ele era um monstro, e eu precisava salvar Isabela dele.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10