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O Jogo Proibido do Ricardo

Capítulo 3 

Palavras: 645    |    Lançado em: 08/07/2025

astou em um si

da cozinha, iluminando a bagunça no

do. A chave girou na fec

Cl

so primeiro aniversário de casamento. Estava descalça, o cabelo lo

com um sorri

rei decretou que vocês

lo, levantou a cabeça. Seus olhos, ainda

isse Isabela, a voz surpreenden

uma risad

. Você deveria aprender a me respeitar. Logo

hou nos olho

i ser minha mã

e empurrou Clara com toda a sua força. Foi um emp

fingiu desequilíbrio,

! Essa selvagem e

to uma máscara de preocupação por sua amante. Ele viu I

ão he

abela e agarrou se

pensa que es

u, papai! Ela

m da sua mão batendo na bochecha p

t

u na nos

ando no rosto de Isabela. Vi a surpresa e a dor em

penas um soluço baixo

mon

uma raiva que eu nunca tinha sentido

gido. "O que você fez? Você enlouquec

os olhos injet

tar os mais velhos. Ela precis

espiando por cima do ombro d

a. Você a está transformando

. Meus olhos estava

sse, a voz fria e cortan

no ar, carregad

Uma risada

onhando, Sofia. Você n

e mim, seu rosto a

casa. E vai me servir. Você e essa sua cria. Eu vou fazer da sua vida um inferno. Um inf

u da cozinha, puxa

to choroso na minha barriga. Eu a envolvi, beijando

u rosto era um testame

e ecoava em

inf

o era o que ele ia criar. O infer

dele. Custe

-

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O Jogo Proibido do Ricardo
O Jogo Proibido do Ricardo
“Hoje, nosso sétimo aniversário de casamento, amanheceu, mas não trouxe alegria. Recebi uma mensagem anônima, uma foto chocante do meu marido, Ricardo, beijando intensamente sua secretária, Clara, com uma força que antes era só minha. Abaixo da imagem, uma frase fria: "Ele disse que prefere os meus jogos proibidos. Feliz aniversário, Sofia." Eu, Sofia, chef renomada e dona de um restaurante premiado, era apenas a esposa em casa, a mulher esquecida. À noite, Ricardo chegou, não sozinho, mas com Clara, descarada e vitoriosa. Ele, com a naturalidade que me revirava o estômago, disse: "Sofia, querida, a Clara vai jantar conosco." Ela me provocou, pedindo um prato especial de frutos do mar, a receita da minha avó, a que ele dizia que eu fazia apenas para ele em ocasiões especiais. Ricardo, com olhos frios como gelo, me ordenou: "Vá para a cozinha e faça o prato para a Clara." Eu disse "Não." Aquele "Não" reverberou, e a fúria dele se revelou. Ele virou a mesa, estilhaçando pratos e espalhando a comida que preparei com tanto carinho para mim. Nossa filha, Isabela, de apenas seis anos, apareceu, o pijama de unicórnio manchado. Ele a empurrou para a cozinha, junto comigo, e nos trancou: "Vocês duas vão ficar aqui. Sem jantar. Talvez um pouco de fome te ensine a ter modos." Na escuridão da cozinha, ouvi a voz de Clara do outro lado da porta: "Ricardo, você é tão viril quando está com raiva." Com ela, risadas e tilintar de taças. Naquele momento, no meu santuário transformado em prisão, coberta de humilhação e comida, percebi que o amor não estava morrendo. Ele já estava morto e enterrado. Mas, ao ver o desprezo dele por Isabela, a raiva que pensei estar morta começou a borbulhar dentro de mim. Ricardo podia me humilhar, mas não tinha o direito de destruir a inocência da minha filha. Ele não era mais meu marido, nem pai dela. Ele era um monstro, e eu precisava salvar Isabela dele.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10