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Destino Escrito em Lágrimas

Capítulo 2 

Palavras: 1825    |    Lançado em: 08/07/2025

erida. Como recém-contratada, ela estava constantemente ocupada, correndo para entrevistas, redigindo artigos, aprendendo

edação, o editor-chefe, um homem mais velho e respeitado ch

e as questões étnicas em regiões fronteiriças. É um projeto de grande importância nacional. Uma equipe especial será

las trouxeram a atenção do mundo exterior para os problemas enfrentados pelas comunidades na fronteira, impulsionando diretamente a reforma soc

ãos se levantaram hesitantemente. Para a maioria dos jornalistas ali, as regiões fronteiriças eram vistas com

deu um passo à frente, sua d

voluntario!" sua vo

de uma família que a rejeitava. Ela usaria o tempo que desperdiçou com Rafae

expressão de admiração em seu rost

sua disposição. Sua coragem é louvável. Mas esta viagem será longa. Pode durar de cinco a mais de dez a

determinada. Ela sabia que precisava resolver sua situaç

r tranquilo", ela garant

bateu com força em uma ordem de transferência sobre sua

deixar Rafael para trás, seguir seus ideais e começar uma nova vida. Só

sta em um grupo de dança e teatro local. A entrevista correu bem e, quando ter

do, o gerente Costa? Você não quer ir cumpriment

nversando animadamente com o diretor do grupo de dança. E ao lado dele, sorrindo,

va, pôde ver o diretor do grupo de dança rir alto e apertar a mão de Bia com entusia

a pelo gerente Costa, eu com

uma amargura cortante de como ele era "correto" e "justo". Na vida passada, depois que ela cedeu seu emprego na agência e ficou desempregada em casa, ela timidamente perguntou se ele poderia ajudá-la

ncia para abrir um atalho para Bia. O amor e

lhos e forçou um sorriso para o colega. "

air, mas era tarde

azendo aqui?" a voz dela

nhavam em sua direção. O colega de Sofia, percebendo o clima estranho, deu uma

les pararam na sua frente, Sofia respond

invejosa. "Tenho tanta inveja da Sofia por ter um emprego decente e estável na agência de publicidade. D

uase palpável. Sofia sorriu levemente, u

ocê. Você tem a ajuda do meu marido, en

ário e lançaram olhares curiosos e estranhos na direção deles. O ros

ranjei esse emprego para a Bia porque você roubou o dela primeiro. Eu só queria que ela pudesse

a não disse mais nada. Bia foi rapidamente convidada para dentro para começar seus trâmites no g

es deveriam ser o casal mais íntimo, mas não tr

queria ficar sozinha. Mas Rafael a chamou antes que ela pude

são, comprei um vestido para v

a primeira vez que ele cedia, tentando uma espécie de reconciliação. Uma parte dela, a parte antiga e tola, sentiu uma pequen

ido floral vermelho realçava sua figura esbelta. O design acinturado marcava sua cintu

um pouco. "O vestido ficou muito bom em você. Você deveria se arruma

piada. Era tudo uma piada cruel. Até mesmo em

muito para as reportagens", disse ela, a voz fri

no fundo do armário, como se fosse algo sujo. Ela pegou suas roupas de banho e foi d

casaram, Rafael sugeriu que dormissem em camas separadas, ou pelo menos com cobertores separados. Ele disse que quando estivessem pront

e ele dormiria no sofá. Ela estava prestes a pegar seu próprio cobertor no

, vamos dor

via há muito tempo. Se fosse na vida passada, ela teria ficad

ando-se de seu aperto. "Não preci

obertor do armário, arrumou-o do seu lado da

nzida, a expressão desagradável. "Sofia Mendes, você está muito estranha ultimamente. Antes, voc

suas mágoas em silêncio. Era ela suportando a exploração de sua família sem reclamar. Era ela, na vida passada, trabalhand

ela não a queri

sso. Ela apenas fechou os olhos e disse suavemente, a voz abafa

le pensou que talvez fosse apenas sua imaginação, que ela estava realmente cansad

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Destino Escrito em Lágrimas
Destino Escrito em Lágrimas
“A dor ardente em meu rosto foi a primeira coisa que senti. A voz estridente da minha mãe perfurou meus ouvidos, cheia de fúria: "Sofia Mendes! Você já roubou o namorado da sua irmã Bia! Agora quer roubar o emprego dela também?" Eu não estava morrendo no hospital como me lembrava; estava em casa, e o calendário na parede marcava 25 de novembro de 2005. Meu coração deu um salto violento: eu havia renascido. Este era o ano em que, na vida passada, eu morreria em três meses, e meu marido, Rafael Costa, se casaria com minha irmã. Aquela vida foi uma amarga ironia, mas de volta a este corpo, senti apenas um frio cortante. Minha mãe contorcida de fúria, as memórias do dia vieram com clareza dolorosa: ela me culpava por "roubar" o emprego que, em sua mente, pertencia à Bia. Na vida passada, eu cedi, desesperada por sua aprovação; liguei para a agência e desisti da vaga. Mas agora, ouvi a voz grave de Rafael: "Mãe, a Sofia está errada. De agora em diante, ela vai entregar todo o salário para a Bia." Ele, em seu terno elegante, exalava uma aura de autoridade que sempre me intimidou, mas agora, meus olhos ficaram vermelhos de raiva, fúria e dor. Bia, a mestra da vitimização, lamentava falsamente ao meu lado, lembrei que ela nem sequer chamava Rafael de "cunhado". Na mesa de jantar, o clima tenso se aprofundou. Minha mãe me fuzilou: "Pra que você serve? Nem um herdeiro deu à família Costa!" Bia, com falsa preocupação, concordou. A dor em meu coração era excruciante. Na vida passada, essa pressão me destruiu. Lembrei das suas palavras: "Quero dedicar minha energia à empresa, então não teremos filhos por enquanto". Ele não queria filhos comigo. Com um sorriso frio, larguei os talheres. "Mãe, já que quer netos, peça à Bia e ao Rafael para tê-los." O silêncio foi quebrado pelas lágrimas fingidas de Bia. "Sofia, mamãe só estava brincando!" Rafael, vermelho de fúria, me arrastou para fora. "Você é jornalista, precisa de provas! Acha que acredito em boatos? Vá para casa." Ele voltou para casa e me deixou na rua. Aquele lar nunca me acolheu, aquela família nunca me amou. Eu estava paralisada. De repente, ouvi as vizinhas: "Não é a Sofia Mendes? Dizem que as intercambistas chamam a atenção dos homens!" Eu as confrontei: "Estão espalhando boatos! Vou processar vocês por difamação!" Elas ficaram chocadas, e eu continuei. Rafael não voltou para casa. No dia seguinte, fui para a Nova Era, meu primeiro dia de trabalho. A vida que eu deveria ter tido.”
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