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O Fim de Um Ciclo Doloroso

Capítulo 4 

Palavras: 624    |    Lançado em: 08/07/2025

e visitas e videochamadas, eu sentei-me no banco de trás. Laura sentou-se à frente, ao lado de Ma

mas a sua voz era tensa. Laura, por outro lado, parecia ter recuper

z uns pastéis de nata que o Marcos adora", disse

astel, dourado e com

sangue

omer aquele pastel que ele começou a passar mal. Na altura, eu não fiz a ligação. Pensei que o veneno esta

iva. Uma prime

ãos a tremer ligeiramente. "O

o seu sorriso satisfei

rei o pastel e olhei para o fundo. E lá estava. Pequenos pedaços esm

prova do seu

pela minha garganta, mas eu su

lhando para mim pelo retrovisor. "A Laura é u

ável. Ele elogiava a mulher

z surpreendentemente estável. Guardei o pastel num guardan

ela a tocar "acidentalmente" no braço dele de vez em quando. Ela estava a c

seu plano com uma

ele, a herança da família dele. Léo era um obstáculo. Como filho legítimo de Marcos, ele se

ante. Era uma predadora c

Era uma cumplicidade passiva. Ele permitiu que esta víbora entrasse nas nossas vidas, alimentou-

o culpado

seu sorriso era puro veneno. "Espero que não estejas chateada por

ncontrando o seu olhar no espelho. "Esto

la vacilou p

a dela. Ninguém acreditaria em mim. Marcos defenderia-a. A políc

mais. Precisava

es, não demoraria muito até que me d

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O Fim de Um Ciclo Doloroso
O Fim de Um Ciclo Doloroso
“A memória da minha vida passada era um zumbido constante, uma dor que nunca desaparecia. Lembro-me do meu filho, Léo, o seu pequeno peito a subir e a descer com dificuldade na cama de hospital, vítima de uma alergia grave a amendoins que o Marcos, meu marido, sempre desconsiderou. Naquele dia fatídico, Léo sofreu um choque anafilático severo depois de comer um bolo na casa da amante do meu marido, Laura, uma viúva que Marcos insistia que precisava da 'nossa' ajuda. Eu gritei para o Marcos que precisávamos ir para o hospital imediatamente, mas ele, terrivelmente calmo, preferiu acreditar na Laura, que insinuou que Léo estava a fazer birra. Cada segundo perdido foi uma facada no meu coração. Quando chegámos ao hospital, já era tarde demais. Léo, o meu anjinho, o meu único filho, morreu. Morreu porque o pai preferiu acreditar na amante, e porque uma mulher invejosa e cruel o envenenou deliberadamente. A dor consumiu-me, o luto transformou-se em ódio. Marcos e Laura usaram o seu dinheiro e influência para abafar tudo, e eu fui retratada como uma mãe negligente e histérica. Eu vivi o resto dos meus dias num inferno de solidão e desespero, até que a escuridão finalmente me engoliu. E então... eu acordei. "Mamã, acorda! Vamos perder o autocarro para a escola!" Era a voz do Léo. Eu tinha voltado. Tinha voltado a três anos antes da sua morte. Tinha recebido uma segunda oportunidade. E desta vez, eu não ia falhar. Eu ia proteger o meu filho e fazer com que aqueles que lhe fizeram mal pagassem. Cada um deles. Desta vez, a história seria diferente.”
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