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A Paixão Cega e a Traição

Capítulo 2 

Palavras: 881    |    Lançado em: 08/07/2025

o teve bonecas ou

barato e a voz desespe

Almeida, um homem que minha mãe conh

o que lhe deu foi uma barriga e um

e tentou de tudo para que

frente da empresa del

eida, assuma

pelos seguranças

a e loucura: "Sofia, você é minha única chance. Você é a cha

nos, a desesperança

is caro da cidade, onde ela sab

, a esposa de Ricardo, saindo d

e empurrou

falar

uliana, uma princesa. Eu, com minhas roupa

minha mãe fez algo qu

do andar do shopping, me colocou se

LEVAR A FILHA DO SEU MARID

ng intei

ra a mulher louca e a cria

, o rosto uma máscara

apontou para mim e d

gonha pública. Ela disse algo para

u ao segurança e des

tima vez

evou para casa. No carro, ela m

er você por perto vai ser a mesma coisa. Ocu

e seu vestido rosa cheio

a f

recepção na f

liana soltou seu cachorro, um D

! Pega a v

ndo, com o cachorro latindo

ficaram na varanda, obse

eu entendi as

eu precisava ser

a fazer tudo que as empregadas

ormia em um pequeno quarto no

stratégia era

mente co

eis, eu ficava ao lado de sua cama por horas, em sil

reclamava do cheiro de re

fic

úcia começou

achorro, mas talvez como um m

a e a permitir que eu me sentasse à mesa durant

e, não de amor. Mas par

u de "animal de estimaç

nte quando eu tin

quarenta e poucos

risco, e ela ficou

eida foi a maior alegria

iana, foi um

verso, agora tinha um rival. Um irm

", ela gritava. "Voc

cardo e Lúcia mimavam o bebê, e Juliana

nuei no

e continuava minha perseguição sile

era bonito, charmoso e vinha de uma família de c

sagens para el

riel. Tenha u

omeu? Não se esq

abriel. Sonhe

nca re

abia que

sso a enfurecia, o que, por sua

parte d

ou sete anos par

iência e um ódio tão profundo que

-

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A Paixão Cega e a Traição
A Paixão Cega e a Traição
“Quando eu tinha dez anos, fui levada para a mansão dos Almeida, a família mais rica da cidade. Eu era Sofia, a filha bastarda de Ricardo Almeida, e meus olhos se fixaram em Gabriel Santos, o namorado da minha meia-irmã, Juliana. Por sete longos anos, agi como uma cadela fiel, obcecada por ele, fazendo loucuras como abandonar meu vestibular para esperá-lo. Todos pensavam que eu era patética, a piada da família. Até que um dia, vi Gabriel e Juliana se beijando no carro dele, um beijo faminto, e ouvi a conversa deles no banheiro. "Ela é útil. Enquanto ela estiver obcecada por mim, sua mãe não vai suspeitar de nada. E seu pai... gosta da 'filha grata' dele. Isso me ajuda a conseguir os contratos que eu quero." Era tudo uma farsa. Eu era usada por todos: Gabriel para manipular Juliana, Juliana para se sentir superior, Lúcia para manter a imagem de caridade e Ricardo para acalmar a consciência. Saí da mansão, e escutei as empregadas: "Coitada da Sofia. Tão apaixonada pelo Sr. Gabriel, mas ele só tem olhos para a Srta. Juliana. É o destino. Uma é a filha legítima, a outra é só... a outra. Nunca vai dar certo." Um sorriso frio se formou em meus lábios. Eles pensaram que eu era uma peça no jogo deles, mas mal sabiam que era eu quem estava movendo as peças. O vestibular que abandonei? O primeiro passo do meu plano. Um sacrifício tão grande, tão público, que ninguém duvidaria da minha paixão cega. Ninguém suspeitaria que, por trás da garota ingênua e obcecada, existia uma mulher calculista esperando o momento certo para a vingança. A vingança pela minha mãe. A vingança por tudo que eles me fizeram. O jogo estava apenas começando, e eu ia destruir todos eles.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 11