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O Preço da Coragem

Capítulo 1 

Palavras: 863    |    Lançado em: 08/07/2025

na mesa da sala. As poucas velas iluminavam o rosto sorridente do neto, um rosto que era a única luz na vida de Maria desde que seu filho, o pai de João, mo

rifício, cada centavo contado, cada noite mal dormida, mas valeu a pena. Ele e

s na porta. Não eram batidas de um vizinho, eram agressivas, ex

dade, um homem que queria comprar a casa deles a qualquer custo para construir um empreendimento de luxo. Eles já

icardo disse com um sorriso de escárnio, empurra

favor, vão embora. É o aniversário do meu ne

frente da avó. "Ela já dis

hou para o bolo na mesa. "Que festinha patética." Com um movimento rápido,

em com isso!" , gritou J

i empurrada para o lado, caindo com força no chão. Ela só pôde assistir, impotente, enquanto eles socavam e chutavam seu neto. Os sons dos golpe

rdo parou na porta e olhou para Maria. "Isso é pra você aprender a não nos desafi

. Ele não respondia. O pânico gelado tomou conta dela. Com a ajuda de u

osto sério. "O caso dele é muito grave. Múltiplas lesões na cabe

a como um soco físico. Seu m

eceu. Contou sobre a família Alves, sobre as ameaças, sobre a agressão. O policial ouviu com um ar de tédio, anotando as coisas lenta

e Ricardo, o Sr. Alves, entrou, acompanhado por um advogado. Ele nem olhou para Maria. Foi

briga de jovens. O filho dele também se mach

casa! Eles quase mataram meu n

dele contra a sua. Aconselho a senhora a ir para

e uniforme, sorrindo com orgulho. Ao lado, na estante, estava a caixa de madeira escura. Dentro dela, a medalha de mérito de primeira classe. O último recurso. Uma promessa de honra num mundo que parecia não ter nenhuma. Ela se lembrou da

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O Preço da Coragem
O Preço da Coragem
“O bolo de aniversário de dezesseis anos do meu neto João era simples, mas cheio de amor, a única luz na minha vida desde que meu filho, pai dele, morreu em serviço. Naquela noite, a brutalidade invadiu nossa casa, com Ricardo Alves e sua gangue esmagando o bolo, a alegria e, por fim, o corpo indefeso de João, que ficou imóvel numa poça de sangue. No hospital, João entrou em coma, e na delegacia, a justiça me virou as costas, com o pai de Ricardo, Sr. Alves, comprando a cumplicidade de todos, alegando que meu neto havia iniciado a briga. Recebi a oferta de 50 mil reais para o meu neto, que agora não passava de uma poça de sangue, e tive que engolir a humilhação de vê-los rir da minha dor, com a cidade inteira se silenciando em medo. Eles me silenciaram na internet, tentaram queimar minha casa e até mataram meu canário, Bel, deixando-me em um desespero tão profundo que quase cedi, até que a medalha de honra do meu falecido marido, um herói de guerra, me entregou a única esperança de justiça em um mundo onde ela não parecia existir.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10