icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Vingança da Herdeira Arruinada

Capítulo 3 

Palavras: 829    |    Lançado em: 08/07/2025

e, recuando como se tivesse s

anhão vermelho, quase invisível. Uma marca que

ela choramingou, seus olh

e antes sussurrava, agora falava abert

cou a Srt

Srta. Sofia está tão doen

ria se livrar dela

hesitação, seduzidos pe

ngava sangue no chão. Seus olhos estavam fixos

primeira vez, eu vi um ódio

culpas a e

, o sangue escorren

ilenciosa foi

ngiu meu rosto com

rou para o lado com o impacto, e meu ouvido

ente. Sua única utilidade é manter esse coração batendo para a Sofia. Se você tentar qualquer ou

ou no ar, fri

ma cólica aguda e

bdômen me fez dobrar. O rem

r. A última coisa que vi foi o rosto furioso de Pedro e

quarto estava si

a luz vinha de uma pequena

deixado ali,

rtou. Ninguém c

o quente e úmido entre minhas pernas. Olhei para baixo.

ê...

enti foi um vazio gelado e um alívio amargo. Este bebê nun

toque suave na m

aixo e vi me

ntrado. Ele estava lambendo suavemente meu corte, seus p

rosto em seu pelo macio. As lágrimas fi

pura que restava na minh

o lado de fora do quarto. Eram duas

her. Você ouviu o que

, o q

disse ao doutor que não importa se a doadora... sobrevive. Ele só quer o coração. Diss

me atingiram como

apenas sobre

eu morresse na

planejado minha morte. A gravidez era apenas u

a nada. Minha vingança de abortar o bebê era pequen

ro entrou. Ele carrega

como se nada tivesse acontecido. "Beba isso.

nda nã

utritivo. Era a sopa que ele estava me dando todos os dias

o rosto dele. O rosto do homem que

e, peguei

virei-a de cabeça para baixo, de

rregalaram, e depois s

pensa que e

ira vez em muito tempo, não senti medo. Ape

," eu disse. "E não q

Reclame seu bônus no App

Abrir
Vingança da Herdeira Arruinada
Vingança da Herdeira Arruinada
“Minha nonagésima nona tentativa de suicídio falhou. Ele me disse que não teríamos mais pensamentos suicidas, satisfeito. Não era por mim, mas sim pelo meu coração, destinado à amada dele. E pelo filho que eu carregava. Uma vingança contra minha família. "Luana, sua família Silva me deve, por que você não entende?" Sua acusação era um absurdo, como tantas outras. Ele me dizia estéril, mas a droga de sua mãe que me infertilizou havia virado. Agora, eu estava grávida. Dele. Tudo era uma mentira. Uma teia para me prender. Assenti, as mãos na barriga sutilmente saliente. "Sim, a culpa é minha." O sorriso dele era de triunfo, cego ao ódio em meus olhos. Calculava o tempo. O abortivo faria efeito. Pedro, você não terá o bebê. Nem o meu coração. Desta vez, não te devo mais nada. Vamos ficar quites. Ele me humilhava, me forçando a pedir desculpas por crimes inventados. "Aquele vídeo seu... você quer que todo mundo veja como a grande herdeira da família Silva é depravada?" O pânico me sufocava, mas eu cedi. Ele me via como um objeto, um corpo, um coração. Em breve, eu não seria nada. Mas então, vi a coleira azul quebrada de Pingo. "O chef fez uma receita especial. Quase como... um ensopado de gato." A dor, a humilhação, a fúria me consumiram. Eles mataram o único que me amava. Serviram-no em uma sopa. Minha vingança seria fria, clara, absoluta. "Eu não te odeio mais. Eu não sinto mais nada por você. Estamos quites." Eu sorri para ele na sala de cirurgia, com um conhecimento secreto. Minha família tinha uma alergia fatal à anestesia. O coração que ele queria parou de bater antes que ele pudesse tocá-lo. O bebê já se foi. O coração agora é inútil. Você não tem nada. Pânico na sala de cirurgia. "Ela está tendo uma reação alérgica à anestesia! Parada cardíaca!" "Ela está grávida! O ultrassom mostra um feto de doze semanas!" "É tarde demais. Ela se foi." Minha vingança estava completa. Ele se recusou a ver a verdade. "Não me importo," Pedro disse. "Apenas... prossiga com a cirurgia da Sofia. Use o que for preciso." Ele não me libertaria, nem mesmo na morte. Minha alma fantasmagórica estava presa. Até que ele descobriu a verdade. Sofia, em sua fúria, revelou o complô. "Você se esqueceu de como planejamos tudo? Como sua mãe a drogou para que você pudesse tirar aquela foto? Foi tudo para nos livrarmos dela! Para que pudéssemos ficar juntos!" A fraude. A conspiração. A dor. Ele me encontrou em meu túmulo, cavou e achou minhas cartas de suicídio. A última dizia: "Nós estamos quites." Ele levou meu corpo para casa, tentando me preservar. Lá, ele encontrou o frasco vazio do abortivo. E o folheto sobre a minha alergia à anestesia. Eu venci. Ele se entregou. "Luana," ele disse aos microfones da polícia. "Eu te devo. Eu te devo tudo." A corrente se quebrou. Eu estava finalmente livre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10