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Do Inferno ao Paraíso

Capítulo 1 

Palavras: 802    |    Lançado em: 08/07/2025

irmou a gravidez de Sofia. Seria uma notícia feliz, se não fosse por um d

o ultrassom, Sofia est

. A conta

pousada sobre a barriga que ainda mal aparecia. Miguel segurava o volante com tanta f

ia desabou a chorar. Era um cho

guel. Me perdo

e, o rosto molhado

ocê se machucou. Eu bebi demais, estava tão perdida, com tanto

infância, o homem que a amava mais do que a si mesmo. Um

ebê... ele não tem culpa. Podemos cri

em todos os seus pontos fracos: o amor deles, o sonho de

seus pratos favoritos, falava sem parar sobre o futuro, sobre o quarto do bebê, sobre c

mancando pela casa, procurando um analgésico, quando ouviu a voz de Sofia v

udo. O idiota apaixonado acredita

da dela, baixa e

e não tem mais nada, só a mim. E o dinheiro dele? Agor

empresário

comparada à dor que rasgava seu peito. Ele olhou para a sala, para as fotos dos dois s

ago juntos, rindo da sua desgraça, se fixou em sua mente. O amor que ele sentia se transfor

elular e discou um número

abe

utro lado, uma lufada de ar f

onteceu alg

upada? Precis

rro. Um primeiro pass

de rotina com o ortopedista. A ressonânc

bilizou seu joelho, mas para o futebol de alto rendiment

sonhos. Ele saiu da clínica sentindo-se oco, um fantasma de

m eles. Sof

re a barriga de Sofia, um gesto íntimo, possessivo. Depois, ele se inclinou e a beijou

sada, cada toque, era uma facada. Ele se lembrou de todos os sacrifícios, de todas as promessas, de todos os

ia e lúcida. Ele não sentia mais tri

ligou para Isabella desta vez. Ligo

rviços. É uma questã

tava apenas

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Do Inferno ao Paraíso
Do Inferno ao Paraíso
“O médico confirmou: Sofia estava grávida de quase três meses. Um detalhe me corroía: eu não a tocava havia meses, desde aquela lesão que me tirou dos campos de futebol. O silêncio no carro, na volta para casa, era sufocante. "Me perdoa, Miguel", Sofia choramingou, agarrando-se a mim com lágrimas falsas. "Foi só uma vez, juro. Eu bebi demais, estava perdida, com tanto medo por você." Eu, um tolo apaixonado, quase acreditei na desculpa patética. Afinal, ela sempre foi meu paraíso seguro. A verdade, no entanto, me atingiu como um soco no estômago, numa tarde chuvosa. Espiei pela porta entreaberta do quarto e ouvi a voz dela ao telefone, gélida, cruel. "Sim, Thiago, ele está engolindo tudo. O idiota apaixonado acredita que o filho é um erro de uma noite." Thiago. Meu empresário. Meu amigo. A risada dela, baixa e perversa, ecoou no meu peito. "Com a carreira acabada, ele não tem mais nada, só a mim. E o dinheiro dele? Agora é nosso dinheiro, meu amor. Nosso e do nosso filho." O amor que eu sentia se transformou em cinzas de desgosto. Eu era a piada, o idiota, o jogador quebrado. Olhei para as fotos sorrindo na sala, para a vida que eu achava que tinha. Uma farsa nojenta. Eles me transformaram em um monstro para a família deles. Eu caí no chão, meu joelho lesionado explodindo de dor. "Você não vai estragar a minha vida!", ela gritava, chutando meu joelho repetidamente. Fui arrastado para um porão escuro, jogado como lixo. "Aprenda sua lição, Miguel", ouvi a voz dela antes que a porta se fechasse. Em meio aos gemidos de dor, percebi: o Miguel que eles conheciam havia morrido naquele porão. Eu não seria mais o idiota. Com a ajuda da Isabella, aquela que sempre acreditou em mim, eu me reergueria. A guerra mal havia começado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10