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A Melodia da Justiça

Capítulo 2 

Palavras: 733    |    Lançado em: 08/07/2025

o pânico puro. Ela rapidamente se recompôs, e as lágrimas começaram

ada de uma dor fabricada. "Eu te amo mais que tudo. Eu nunca faria nada

uscando a simpatia que sempre

mã. A pressão sobre ela é ime

utros com confusão. Era a mesma cena da minha vid

era mais aq

Você acha que essas lágrimas funcionam comigo? Eu te conheço desde o dia em

o espaço entre nós. O cheiro do per

a voz, minha carreira, a atenção que eu recebo. Você sempre

ana endureceu. As

louca" , e

todos o que você fez com o arquivo de áudio da minha música. O arquivo qu

e desta vez. Ela sabia que eu sabia. Como

do que você e

be s

e era macia, mas meu aperto era de ferr

lco. Agora" , ordenei em

hucando!" , ela gritou, volt

m que deveria estar ao meu lado, me defendendo. Em vez disso,

nsa que está fazendo?" , ele disse, ten

eu na outra vida, antes de me virar as costas e fica

a protegida no lugar d

toda a indústria da música!" , ele esbravejou. "Você está destru

om desprezo. "Não existe mais

mudou de raiva pa

terminando nosso noivado? Aqui? Agora

se, soltando finalmente o braço de Joana, que c

ou com um de

dícula. Se você continuar, se insistir em me afastar, eu vou garantir que todos saibam

o nosso relacionamento, meu futuro, pa

i apenas um traidor. Na minha outra vida, suas palavras me aterr

ão alcançou meus olhos. "Você realmente não en

dele para a min

r acabado. Mas o meu show

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A Melodia da Justiça
A Melodia da Justiça
“A escuridão tomou conta, não a da noite, mas a do total esquecimento, um vazio onde minha voz, antes ovacionada pelas multidões, silenciou para sempre. Minha carreira como cantora gospel virou pó, tudo por causa da minha irmã mais nova, Joana. Ela sabotou minha música-título, inserindo mensagens subliminares que me associaram a rituais obscuros, e o escândalo foi devastador. A mídia e os fãs que me chamavam de anjo, agora me chamavam de demônio. Perdi tudo: minha carreira, minha fé. Refugiei-me em um convento isolado, onde morri de coração partido, ouvindo no rádio Joana ganhando o prêmio de revelação do ano com uma canção que eu havia escrito. Esse fim trágico, essa humilhação final, me manteve presa em um limbo de desespero e incompreensão. Eu não entendia como a inveja de alguém podia ser tão destrutiva, nem como o universo poderia permitir tamanha injustiça. Mas então, abri os olhos novamente. A luz forte dos refletores me cegou, o cheiro de perfume caro e canapés invadiu minhas narinas. Eu estava de pé, usando o vestido de seda branco do meu lançamento. Não estava morta, nem no convento. Eu voltei. Voltei para o exato momento em que minha vida desmoronou, pronta para reescrever meu destino. Desta vez, não haveria desespero, apenas uma fúria fria e clara como gelo. "Parem a música!", minha voz retumbou, não como uma cantora, mas como um trovão, enquanto eu marchava em direção a Joana, que me olhava com um sorriso dissimulado. A caça virou o caçador.”
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