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A Vingança da Cega

Capítulo 2 

Palavras: 982    |    Lançado em: 08/07/2025

ar os detalhes de sua partida, para transferir seus fundos pessoais para uma conta que Pedro não pudesse rastrear,

mãos geladas, mas não seu coração. Ela entrou em casa e foi direto para o quarto de hóspedes, deitando-se

evantar. Ele entrou no quarto de hósped

u aqui? Eu te procurei

to virado para a parede. Seus olhos recém-cu

iu, a voz abafada pelo travess

a mão em seu ombro. O toque que an

r que eu traga o caf

isa. Eu es

Clara estava na sala de estar, sentada no sofá, fingindo ouvir um audiolivro, qua

Pedro me pediu para trazer un

ra, mantendo o rosto impassível, os olh

presunçoso nos lábios. Ela olhou para Maria Clara com uma mistura de pen

har um pouco com a Sofia aqui

não" , disse

quando Sofia se inclinava para apontar algo em um documento. Era uma tortura. Cada risada baixa, cada toque "acidental

lgumas horas depois. Sofi

iado" , disse ela, a voz s

ou, a preocupação em sua voz

o banheiro." Ele se virou para Maria Clara. "Meu amor, você poderia pegar o remédi

eria que ela, a esposa cega e indefesa, servisse a amante doente em sua própria casa. Era uma hum

seu plano. De sua fu

, a voz saindo mais

mental de autocontrole. Ela abriu o armário de remédios. Suas mãos tremiam tanto que ela quase derrubou um frasco de perfume. Lá estava a caixa de remédio para gripe. Ela a pegou, o pa

stendendo a caixa na dire

ui e

ocê é tão gentil" , disse Sofia, su

sorriso íntimo e cúmplice. Ele então se virou para

meu amor. Sempre c

u beijá-la, mas Maria Cl

nta. Acho que vou m

scanse. Eu e a Sofia

u que as lágrimas silenciosas caíssem. Ela chorou não pela traição, mas pela humilhação. Pela mulher que e

e boa noite, o cheiro do perfume de Sofia ainda pairando sobre ele, Maria Clara es

, sou

va preocupada. Q

a voz agora cheia de uma determinação fria. "Não importa o que ac

está seguro co

e aço. Ela não era um anjo. Ela não era uma coitadinha cega. Ela era uma mulher à

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A Vingança da Cega
A Vingança da Cega
“Por amor, sacrifiquei minha carreira e minha visão, tudo por Pedro, meu marido, que em seu leito de hospital jurou ser meus olhos. Um ano depois, um milagre: minha visão retornou. Mal podia esperar para surpreendê-lo, para ver novamente o homem que havia sido minha luz na escuridão. Mas a casa estava estranhamente silenciosa, e um som rítmico vinha do nosso quarto. Gemidos. Voz de mulher. A voz dele. Pedro e minha secretária, Sofia, na nossa cama. Subitamente, me tornei a "coitadinha cega" que zombava. A dor era física, a umbreza, devastadora. Meu mundo desabou ao som da traição deles. Mas a humilhação virou raiva, e a raiva, um plano gelado. Eu seria a atriz perfeita. Continuaria sendo a esposa cega e indefesa. O cheiro do perfume dela em suas roupas. O sorriso dela em nossos jantares. Ele não podia saber. Até que descobri: um bebê crescia dentro de mim. Não mais sozinha, a fuga se tornou uma nova vida a ser protegida. Ele me testou, pediu que servisse a amante doente. Eu o fiz, com um sorriso forçado. O ponto de ruptura foi a festa. Fogos de artifício com um "S", a flor favorita dela no bolo. A humilhação pública. Ele me abandonou para levar Sofia para casa. E o vi entrando com ela em um hotel. Foi a minha deixa. Com meu celular, gravei a voz de Pedro zombando da "coitadinha cega" para Sofia. A prova irrefutável. De volta para casa, queimei todas as lembranças dele. Pedro voltou, e eu agi. Pedi que assinasse papéis de empresa, alegando "segurança". Ele assinou, sem ler, o divórcio. Ele havia assinado seu próprio fim, sem saber. Agora, livre das amarras de um casamento morto, com a verdade em minhas mãos e uma nova vida dentro de mim, eu renasceria.”
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