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A Vingança da Cega

Capítulo 4 

Palavras: 830    |    Lançado em: 08/07/2025

de que estava organizando uma festa de aniversário surpresa para ela. Uma celebração

a. Quero que todos vejam como você está fort

a que ela queria era estar em um cômodo cheio de gente, fingin

, Pedro" , disse ela

cisava. Você me

va um vestido elegante, mas se sentia como uma fraude. Ela se movia pela sala com a ajud

l, zumbindo pela casa, garantindo que tudo estivesse perfeito. Ela usava um vestido de seda ch

a precisa de alguma coisa? U

a tela de seu celular. Uma mensagem de Pedro piscava na tela: "Você está

mais, um gesto de posse disfarçado de eficiência. E Pedro sorria par

Clara. A playlist de música era uma coleção das bandas que Sofia amava. E o auge da noit

, meu amor" , disse Pedro em

jardim. Pedro a levou para fora, para a

cê, Clara. Para

ta de cores. E então, na grande final, formara

lguém perguntou: "O q

sussurrando em seu ouvido, mas alto o sufi

' . Porque eu te am

do outro lado do jardim. O ar, a mentira, o

ou me sentindo bem.

arecendo irritada por ela ter estragado seu grande momento.

tática diferente, a da nostalgia. "Nós ficamos naquele hotelzinho perto do Se

o, seu coração vacilou. Mas então ela olhou para o rosto de

, ela responde

ofia se aproximo

s estou com uma dor de cabeça terrív

stantânea. A irritação desapareceu, su

ão pode dirigir assim.

ia Clara, que ainda e

em. Eu vou só deixá-la em cas

te, na frente de todos os convidados restantes. O anfitrião da festa abandonando a aniversa

inda conversavam, mas para ela, a festa havia acabado. Tudo havia acabado. Ela olhou ao redor da sala cheia de me

rteza absoluta, o que p

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A Vingança da Cega
A Vingança da Cega
“Por amor, sacrifiquei minha carreira e minha visão, tudo por Pedro, meu marido, que em seu leito de hospital jurou ser meus olhos. Um ano depois, um milagre: minha visão retornou. Mal podia esperar para surpreendê-lo, para ver novamente o homem que havia sido minha luz na escuridão. Mas a casa estava estranhamente silenciosa, e um som rítmico vinha do nosso quarto. Gemidos. Voz de mulher. A voz dele. Pedro e minha secretária, Sofia, na nossa cama. Subitamente, me tornei a "coitadinha cega" que zombava. A dor era física, a umbreza, devastadora. Meu mundo desabou ao som da traição deles. Mas a humilhação virou raiva, e a raiva, um plano gelado. Eu seria a atriz perfeita. Continuaria sendo a esposa cega e indefesa. O cheiro do perfume dela em suas roupas. O sorriso dela em nossos jantares. Ele não podia saber. Até que descobri: um bebê crescia dentro de mim. Não mais sozinha, a fuga se tornou uma nova vida a ser protegida. Ele me testou, pediu que servisse a amante doente. Eu o fiz, com um sorriso forçado. O ponto de ruptura foi a festa. Fogos de artifício com um "S", a flor favorita dela no bolo. A humilhação pública. Ele me abandonou para levar Sofia para casa. E o vi entrando com ela em um hotel. Foi a minha deixa. Com meu celular, gravei a voz de Pedro zombando da "coitadinha cega" para Sofia. A prova irrefutável. De volta para casa, queimei todas as lembranças dele. Pedro voltou, e eu agi. Pedi que assinasse papéis de empresa, alegando "segurança". Ele assinou, sem ler, o divórcio. Ele havia assinado seu próprio fim, sem saber. Agora, livre das amarras de um casamento morto, com a verdade em minhas mãos e uma nova vida dentro de mim, eu renasceria.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10