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Vingança e Novo Amor

Capítulo 2 

Palavras: 887    |    Lançado em: 08/07/2025

constante. O luto pela minha mãe era uma névoa densa, mas

sava ter

equena e tola, ainda se agarr

vam em berços separados. Tão parecidos

me olhou co

qual é o meu?", per

querda. "Este é o menino A. O

ormecido. Com cuidado, afastei um pouco o

erdo, estava a pequena mancha de na

atamente como a do meu pai.

a mistura de alívio e dor.

ara o outro berço, o do men

fiz o mesmo. Levantei a

stava liso, se

perança se apagou. Er

s de plástico e peguei meu celular, sem saber o que fazer.

tão

a foto no

a

spital, mas de uma clínica de luxo. Ao seu lado, Fernando, com um braço

omeçando a nossa família. O amor verd

mão esquerda, onde antes estava nossa aliança de casame

apenas juntos. El

a mãe que ela matou com sua traição, ela estava comemo

u pela minh

a para um pátio interno. Olhei para a minha própria mão esque

as quebradas, de um a

anquei o anel do meu dedo. Ele dei

uei a aliança para longe. Vi o pequeno pon

eus.

foram um borrão de

ar o funeral da

decidir sobre as flores. Cada passo era u

uma única flor. Era como se minha mãe, que a trat

táveis. Todos sabiam. A história já tinha se espalhado como fogo. O hom

foi embora, voltei para o ho

hamei

s instruções sobre mamadeiras e fraldas

o. Talvez ela estivesse arrepend

o com você para tratar do divórcio. E para você não se esquecer de tirar tod

era fria, e

oi enterrada

sa do outro l

mesmo tom de quem comenta sobre o tempo.

dado um nome para

bargada. "Você não vai nem perguntar

Ricardo. O Léo tem você.

esl

r do hospital, com meu filho nos

ndo

u. Ela não apenas caus

nou o próp

Léo, que dormia tranq

em cinzas. Não havia mais nada. Apenas um vazio gelado e a determin

-

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Vingança e Novo Amor
Vingança e Novo Amor
“O cheiro de desinfetante não apagava minha euforia: eu era pai de gêmeos. Mas a alegria virou terror quando o médico me disse: "Senhor Ricardo, um dos bebês não é seu filho." Minha mãe desmaiou ao meu lado, enquanto a notícia da traição de Ana, e de seu amante, Fernando, estraçalhava meu mundo. Pedaços da minha vida se encaixavam: as viagens "a trabalho", a frieza dela. Eu mal podia acreditar. Como algo tão sujo podia acontecer comigo? Corri para Ana, exigindo a verdade, e ela confirmou: Fernando era o pai. Naquele hospital, perdi minha mãe. Ela não resistiu ao choque, morrendo ali mesmo. Ana, por sua vez, me abandonou com a crueldade de um bilhete e levou o outro bebê com ela. Eu estava destroçado, com um bebê nos braços e um futuro incerto. Mas em meio a tanta dor, raiva e luto, uma certeza me guiava. Eu reconstruiria minha vida por Léo, meu filho. Eu o protegeria, custe o que custar. A humilhação aumentou quando Ana e Fernando, agora um casal, roubaram meu trabalho e me forçaram a trabalhar sob as ordens dele. Num ato de desespero e fúria, os confrontei e acertei um soco em Fernando. Fui demitido, mas não pedi. Eu me demiti. "Quero o divórcio, Ana." Foi a minha libertação. Mas a dor ainda me perseguia. No jantar, o pai de Ana anunciou que o fundo fiduciário seria apenas para o filho de Fernando. Minha imagem, minha honra, meu filho... tudo foi pisoteado. Saí dali sem olhar para trás, sentindo o peso da injustiça. Mas o destino tinha outros planos. O projeto de Fernando, na verdade o meu, falhou. Ana descobriu a meu custo que seu império desmoronava. Minha tia revelou a ela a verdade mais cruel: que sua traição matou minha mãe. Ana veio me implorar perdão, mas aquele Ricardo sentimental havia morrido. Eu não sentia pena, apenas a certeza de que fantasmas não pertencem ao mundo dos vivos. E foi assim, que uma nova vida começou para mim e para Léo, sob a luz de um novo amor: Sofia.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10