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Fuga do Passado Amargo

Capítulo 4 

Palavras: 771    |    Lançado em: 08/07/2025

. O medo, a humilhação, o toque daquele homem... tudo voltava em flashes, me de

saiu do

quarto por horas, apenas para que eu não ficasse sozinha. Ele conversava com meus pais,

ta na casa de praia. Ele agia como se nada daquilo tivesse acontec

rrei a isso. Eu precisava acredita

poltrona do meu quarto enquanto e

zendo isso, Pedro?",

recendo confuso.

e mim. Depois de

lado da minha cama. Ele pegou m

o com você, Sofia. E

Ou pareciam sinceros. Eu q

ixa. "Eu deveria ter te defendido. Eu sinto muito. Eu nunca vo

pelo meu rosto. Ele a

s coisas, Sofia. Deix

qualquer tipo de afeto, eu cedi. Eu assenti,

sair de casa, a dar uma caminhada no parque. Ele me levou para toma

lembrava de quem eu era

ada, sentados em um banco de

que o momento é complicado, e você passou por muita co

ação ac

, desde aquela noite na casa de praia. E eu quero ten

precisava. Era a prova de que alguém me via, me queri

genuíno pela primei

edro. E

e senti segura, amada. Eu senti que, finalmente, as coisa

ltar para a faculdade, me incentivou nos estudos. Ele era meu porto seguro. Eu estava completamente apaixonada, cega pela falsa sensação

ão rápida qua

ando por Pedro, quando ouvi as vozes deles

, dizia Bruno, rindo. "Ele realment

desdém. "Mas a aposta era clara. Três meses. Ele tinha três meses para faz

ongelou nas

oite?", perguntou Bruno. "Depois de todo

ovo. Ele conseguiu o que queria, provou seu ponto. Agora é hora

tante, as pernas bam

ão pod

idado. As decla

u

ap

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Fuga do Passado Amargo
Fuga do Passado Amargo
“A proposta de casamento veio em meio ao silêncio pesado que pairava sobre minha casa, esmagada pelas acusações de fraude que afundaram meu pai. Fui humilhada publicamente no que deveria ser um jantar de noivado arranjado para salvar nossa família, onde Lucas, meu amigo de infância e herdeiro de uma família poderosa, me chamou de "brinquedinho" e "mercadoria de segunda mão" . A humilhação no restaurante foi apenas o começo; no estacionamento, Lucas me confrontou violentamente, e Bruno me acusou de desespero por dinheiro. A pior dor veio quando Pedro, o terceiro do trio e a quem eu me agarrava, revelou nosso segredo mais íntimo, expondo-me ainda mais. Traída por aqueles em quem confiava, desmoronada pela queda de minha família, e envergonhada pela verdade sobre meus "amigos", eu me questionava: como pude ser tão cega? Decidi que jamais seria novamente um joguete, um acessório descartável para a diversão de outros.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 12