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A Noiva Indesejada

Capítulo 2 

Palavras: 561    |    Lançado em: 08/07/2025

"sorte", deveria começar os preparativos. Mas, em vez disso, ela estava d

maiar. A simples ideia de uma viagem

mas seus olhos estavam atent

rreu para o lado dela, a pe

orce! Carlos, traga um copo de água

leal de Laura, praticam

agava os cab

da demais para isso. Uma flor de est

servava a cena em silêncio, perto d

rima. É por isso que você, que é mais fort

fiel empregada, Júlia, que estava espa

mas a Srta. Sofia também não anda

das aparências nesta casa. A única que enxugou minhas lágrimas

riz se voltou p

rmissão para opinar nos assuntos da

olhar preocupado. Eu lhe dei um sorriso discreto. Um

em um gelo cortante. A peça teatral deles não me atingia mais. Eu era uma

desviado dela por um instante, soltou um

o está escurecendo... Tia,

, ofegante, em uma perfo

e, o caos se

ra!", gritou minha mãe, o pânico em sua voz. "El

a, que se espatifou no chã

lado de Laura, abanando

re! A tia está aqui! Ning

u olhar, apenas acusação. Como se a falsa doença de Laura fosse minha culpa. Co

ão sabiam com quem estavam lidando. Não mais. A Sofia que eles conheciam estava mo

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A Noiva Indesejada
A Noiva Indesejada
“A notícia do casamento arranjado do filho do magnata imobiliário, Sr. Eduardo Silva, com uma das jovens Mendes chegou como um trovão, com minha mãe, Dona Beatriz, exaltando Laura como a escolhida. Ouvi tudo do meu canto, um calafrio percorrendo minha espinha, pois eu já tinha vivido aquele dia, uma vida passada que me levou à morte num rio gelado durante meu próprio casamento forçado. Minha mãe decidiu que a "sorte" escolheria, e, convenientemente, Laura tirou o "Cartão da Fortuna", radiante. Mas, a euforia passou, minha mãe me puxou e sussurrou desesperada: "Sofia, minha filha... Você precisa fazer isso. Você precisa ir no lugar da Laura." Ela implorou, dizendo Laura ser fraca e delicada, e que eu, a forte, deveria fazer aquele pequeno sacrifício pela minha prima. Ela prometeu que meu pai, o Dr. Ricardo, me traria de volta quando resolvesse seus casos, uma promessa que na vida passada nunca se cumpriu. A ironia era cortante. Ela me queria forte para o sacrifício, mas nunca para me proteger. A mulher que me enviou para a morte sem hesitar agora pedia novamente. Mas eu voltei. Abri os olhos e estava aqui, de volta ao início de tudo. Desta vez, eu não seria a ovelha levada para o abate. Com um sorriso forçado e a voz mais dócil, respondi: "Tudo bem, mamãe. Eu vou." Desta vez, o sacrifício seria deles.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10