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A Noiva Indesejada

Capítulo 4 

Palavras: 740    |    Lançado em: 08/07/2025

r a porta do meu quarto por fora. Era uma punição infantil, uma tentativa patét

sua insolência! Vai aprender a

duro de madeira. A dor foi aguda, mas eu não fiz nenhum som. Apenas o

ar no joelho. Na minha vida passada, eu teria chora

fundo. O quarto não era uma pr

o era uma carta de desabafo ou de despedida. Era um documento. Cuidadosamente, comecei a listar eventos, datas e nomes. Detalhes sobre os negócios "cinzentos" do Sr. Eduardo Silva que eu ouvi meu pai comentar em raras

aquilo ainda, mas ter um plano era

ara conhecer a família do noivo, mesmo que o próprio noivo ainda não estivesse presente, apenas seus

que deveriam ser minhas, herdadas da minha avó. Eu fui vestida com um vestido simple

e socialites, Beatriz e Carlos guiavam Laura de gr

ca chegar, uma mulher de postura impecável e olhar penetran

a o meu

fingi um tropeço. Meu pequeno broche de prata, o único adorno que

ei, com a quantidad

nte fez um gesto para que ele parasse. Ela se inclinou, pego

seu, min

Presidente. Mu

reverência. Nossos

a. "Mas em tempos de celebração, também devemos pensar na segurança e na honra da nossa na

nte. Eu não estava falando como uma noiva

essário. Ela viu meu vestido simples, meu rosto sério, e a

sorriso quase

ias de uma jo

ficiente para ver. Ela retirou um pequeno broche de ouro e p

ente. A prudência deve s

inuou seu caminho, deixando para trás um

ou pálida. Laura me fuzilou com os olho

o. Não era apenas uma joia. Era uma chave. E

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A Noiva Indesejada
A Noiva Indesejada
“A notícia do casamento arranjado do filho do magnata imobiliário, Sr. Eduardo Silva, com uma das jovens Mendes chegou como um trovão, com minha mãe, Dona Beatriz, exaltando Laura como a escolhida. Ouvi tudo do meu canto, um calafrio percorrendo minha espinha, pois eu já tinha vivido aquele dia, uma vida passada que me levou à morte num rio gelado durante meu próprio casamento forçado. Minha mãe decidiu que a "sorte" escolheria, e, convenientemente, Laura tirou o "Cartão da Fortuna", radiante. Mas, a euforia passou, minha mãe me puxou e sussurrou desesperada: "Sofia, minha filha... Você precisa fazer isso. Você precisa ir no lugar da Laura." Ela implorou, dizendo Laura ser fraca e delicada, e que eu, a forte, deveria fazer aquele pequeno sacrifício pela minha prima. Ela prometeu que meu pai, o Dr. Ricardo, me traria de volta quando resolvesse seus casos, uma promessa que na vida passada nunca se cumpriu. A ironia era cortante. Ela me queria forte para o sacrifício, mas nunca para me proteger. A mulher que me enviou para a morte sem hesitar agora pedia novamente. Mas eu voltei. Abri os olhos e estava aqui, de volta ao início de tudo. Desta vez, eu não seria a ovelha levada para o abate. Com um sorriso forçado e a voz mais dócil, respondi: "Tudo bem, mamãe. Eu vou." Desta vez, o sacrifício seria deles.”
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