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De Esposa Abandonada a Rainha do Fado

Capítulo 3 

Palavras: 354    |    Lançado em: 08/07/2025

marinha, encontrei o mesmo oficial superior que me tinha dad

. Tenho estado

silêncio

idade do seu marido com a Senhora Inês está a causar alguns comentár

dor, mas também a tornou mais real, mais pública. Agradeci-lhe com um ace

va à minha espera, de braços cruz

horas de jantar e n

minha tia ligou. Ela está n

dou. "E? Os hospitais

manhã. Porque não me d

Inês. Ela teve uma recaída. Além disso, n

e criou depois da morte da minha mãe, era uma trivialidade. A

Elvira, numa cama, com a perna engessada. O seu rosto iluminou-se

. O que se passa? Par

rregá-la com os meus problemas. "Não é

-lhe sobre o concurso de fado no Porto, pintando um quadro de entusiasmo e oportunidade, omitindo a escuridão que

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De Esposa Abandonada a Rainha do Fado
De Esposa Abandonada a Rainha do Fado
“Sacrifiquei o meu fado, a minha alma, para ser a esposa perfeita de um oficial. Meses de audições e sonhos para finalmente me juntar ao meu marido, Tiago, no Brasil, no programa de intercâmbio cultural. Era o nosso recomeço. Até que o oficial sênior pronunciou as palavras que destruíram o meu mundo: "A vaga foi dada a outra pessoa." Choque. "Mas fui a mais bem classificada!" A verdade veio como um murro no estômago: Tiago entregara a minha vaga à sua amiga de infância, Inês, alegando que eu a "cedera voluntariamente" . Traição. A mentira descarada do homem que jurou amar-me. Ele, que apregoava a meritocracia, estava a dormir com a trapaceira. A humilhação escalou: tive de servir a Inês doente, ouvi-o justificar a sua crueldade, e até tive os pastéis de nata da minha tia, que estava no hospital, roubados por ele para a sua amante. O pior veio quando, após um ataque na rua, fui arrastada para os alojamentos disciplinares da Marinha. Ele trancou-me ali, baseando-se nas mentiras dela e numa trama sórdida. Fui deixada para apodrecer por ser mulher de militar, sem defesa. Eu, vítima, fui transformada em vilã. Mas a verdade, por vezes, tem uma forma de se revelar, e a vingança, uma melodia própria. A ajuda chegou de onde menos esperava: um músico de fado, que me libertou e me mostrou o caminho para um novo começo. Nesse momento, soube que não era o Brasil o meu destino, mas o Porto, e o meu fado, a minha verdadeira liberdade.”