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Nunca Mais Te Largar

Capítulo 1 

Palavras: 578    |    Lançado em: 09/07/2025

tícia do meu diagnóstico: cardiomiopatia dilatada em fase terminal. O médico tinha sido

do quarto. Um programa de celebridades exibia fotos do noivado do ano. E ali estava ela, Fi

pop qualquer chamado Hugo Contreras. O anel de noivado no dedo dela brilh

nel. Era para ser o meu pres

ma busca rápida levou-me a uma organização suíça controversa, a "Aevitas". Ofereciam um programa experime

contacto. Era uma decisão drástica, ir

acabada de chegar a casa, já passava da meia-noite.

do? Já te disse par

tante, sem qualque

ó que

ção com o Hugo é a única coisa que importa agora. E estes teus

golpe. Doentios. Era assi

ta a arder. "Feliz anive

ia o último q

r um momento, mas a sua exp

dor

mundo tinha desabado em poucas horas. A notícia da doença, o noivado, a

na e Hugo sorridentes inundavam a internet. No mesmo instante, recebi um email da Aevitas, confirmando

iva desesperada de ouvir a sua voz,

outra vez. E outra. Na quarta tentativa, e

que quere

licidades. A ti e ao Hugo." A

a linha. Senti o seu ceticismo,

foi fria,

rças que tinha. "Qu

respondeu ela, sem hes

a do meu nascimento seria o dia da minha morte simbólica. O

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Nunca Mais Te Largar
Nunca Mais Te Largar
“O meu telemóvel vibrou, iluminando o quarto escuro com a notícia do meu diagnóstico final: cardiomiopatia terminal. No ecrã da televisão, vi-a. Fiona, a mulher que amava em segredo desde que me lembrava de existir, a sorrir ao lado de um cantor pop, Hugo Contreras. O anel de noivado no dedo dela era o mesmo que eu tinha desenhado para lhe oferecer no aniversário dela. A traição abriu uma ferida mais profunda que a própria doença. Quando tentei confessar-lhe a verdade da minha sentença, ela chamou os meus sentimentos de "doentios" e acusou-me de ter "problemas mentais" . Mais tarde, o noivo dela orquestrou um relatório médico falso, que me declarou perfeitamente saudável, apenas um manipulador a fingir uma doença para chamar a atenção. A rejeição dela, a sua crença nas mentiras dele, a certeza de que eu era um fardo, levaram-me ao limite. No dia do meu aniversário, o dia do casamento dela, eu entrei numa cápsula de criopreservação. Pedi-lhes que nunca me descongelassem, deixando uma carta que selava a minha despedida. Ela não fez o pedido, não comeu o bolo. Ela estava na lua de mel. Mas a minha súbita e completa evaporação fez algo nela. Encurralada por Hugo, ela descobriu a verdade. O que se seguiria? Uma vida de arrependimento ou uma derradeira tentativa de redenção?”