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O Arrependimento Do Meu Ex-Marido: Demasiado Tarde

Capítulo 3 

Palavras: 398    |    Lançado em: 08/07/2025

stava carregado de formalidade e de regras não ditas. Quando um tio me o

, disse Raina, com um sorriso delicado. "Hugo

pegando no copo dela e b

da família sobre mim. Recusar seria uma ofensa. Bebi, e o álcool queimou o meu estômag

iarca de ar severo, no

arece pálida. Cuida d

e bacalhau e colocou-o no meu prato, um gesto

o dele, fez um beicin

avô interveio novamente. "Raina, já

ito. "Raina, já tens vinte e cinco anos. Está na hora de casares. Enc

u-se nos rostos

sar!", exclamou Raina

é muito nova", disse

demasiado a tua irmã. É por isso que ela

estranho!", insistiu Rain

xível. "A decis

alto, a sua cadeira a raspar ruidosamente no chã

filhos com a Raelyn! Eu vou sustentá-la para se

perada e proibida, disfarçada de proteção fraternal. Ele tinha a

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O Arrependimento Do Meu Ex-Marido: Demasiado Tarde
O Arrependimento Do Meu Ex-Marido: Demasiado Tarde
“O nosso terceiro aniversário de casamento passou. Silencioso e frio, como todas as noites ao lado de Hugo Gordon. A cama de casal era um oceano gelado, ele nunca me tinha tocado. Eu, Raelyn Hayes, uma enóloga dedicada, via a minha vida e a vinícola da família definhar. Até que o impensável aconteceu. Ouvi as vozes deles. A porta estava entreaberta e vi Hugo e Raina. A sua voz, cheia de uma paixão que eu nunca conhecera, sussurrava: "É o único jeito, meu amor. A Raelyn é o nosso escudo." Raina, a minha melhor amiga, estava nos braços dele. Eles beijavam-se com uma fome que me roubou o ar. O meu casamento era uma farsa. Eu era um mero escudo para o amor proibido do meu marido e da minha melhor amiga. Hugo confessou, sem remorso: "Casei contigo para apaziguar os meus pais. Era a única maneira de a manter perto de mim." A dor era tão intensa que mal conseguia respirar. Decidi pelo divórcio. Mas, no meio da minha dor, um pedido desesperado de Hugo. Raina sofrera um acidente, e eu era a única compatível para a transfusão. A traição da minha melhor amiga e do meu marido ainda me assombrava. Eu ajudei, mas não sem uma condição. "Quero a noite de núpcias que me deves. A que me negaste durante três anos." Ele aceitou sem hesitação, a facilidade com que ele o fez estilhaçou o que restava em mim. Ele venderia a alma por ela. Percebi a minha estupidez. No hospital, sozinho, observei-o a cuidar dela. A última chama de sentimento morreu em mim. No dia seguinte, assinei o divórcio. No mesmo minuto, o telefone dele tocou. Era Raina. Ele assinou os papéis, distraído, e saiu a correr para ela. Eu estava livre. Mas a que custo? Ele nunca me amou. Será que este casamento, esta farsa, foi apenas o início de algo muito pior? Ou seria a minha liberdade o verdadeiro começo?”