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Amor e Vingança: Uma Nova Vida

Capítulo 2 

Palavras: 625    |    Lançado em: 09/07/2025

Sofia até a festa naquela noite. Uma angústia me consum

a visto, um presente de Pedro, com certeza. E ela estava rindo, uma risada

varanda. Eu me escondi atrás de um

ivertido que o Ricar

om arrogante qu

Você precisa de um homem de verdade.

ação. Eu queria sair dali, gritar, fazer al

saí das

of

u fraca, quas

riso de Sofia desapareceu. Ela par

á fazendo aqui? Eu disse

voz dela me at

disse, olhando para Pedro, que me

. "Que a Sofia está se divertindo?

a clara. Ele qu

ar, tentando suavizar a

O Pedro é só meu primo. A

me tocou. Havia uma barr

sa, tá bom? Em casa. A

vazia e nós doi

novamente, com u

ir a festa. Você e seus joguinh

sonho e meu futuro. E usou isso para me rebaixar, pa

s olhou para baixo, em silêncio.

ela disse, finalmente, co

Dei as costas e saí daquela festa, sentindo os olhares de pena e zom

tro, uma caixa de madeira com um pente de jade, algo que a mãe dela tinha d

um b

estão confusas. Mas nosso futuro

estivesse exagerando. Talvez fosse só uma fase. Eu me

u. Ela estava sempre ocupada, sempre com Pedro. Ele a levava para jantares

ornaram inseparáveis. E eu me tornei uma sombra, uma lembrança inconveniente. A promessa no bilhete parecia cada v

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Amor e Vingança: Uma Nova Vida
Amor e Vingança: Uma Nova Vida
“A casa da minha tia Lúcia, com cheiro de bolo de fubá, parecia a mesma de cinco anos atrás, e a família, com suas risadas e fofocas, também. Voltei para casa, para minha família e para um cargo na TechCorp. Mas a menção do nome dela - Sofia - jogou um balde de água fria em tudo. Minha tia inocentemente informou que 'ela virou um mulherão, famosa na internet, linda, e perguntou de você' . Essa "bomba" me remeteu há cinco anos, quando eu, um jovem em ascensão na TechCorp, pronto para construir nosso futuro, fui triturado na praça. Lá, Sofia, fria ao lado de seu primo Pedro (rico e influente), quebrou meu coração. "Ricardo, eu não posso mais esperar por você. Você não tem nada. O Pedro, ele pode me dar o mundo", ela disse, aniquilando minha dignidade. A humilhação ressoou alto: "Ela precisa de um homem, não de um projeto de homem", Pedro zombou. Eu parti, levando a dor entranhada. Minha tia e meu primo, sem saber do meu sofrimento, ainda viam Sofia como a "mulher certa". Tiago, com seu cinismo, pontuou: "Ela preferiu quem tinha grana. Você não tinha nem uma bicicleta." A raiva me invadiu, mas a engoli. Eles não faziam ideia do inferno que vivi. Do esforço para me reerguer no nada. O sorriso de escárnio que ostentavam logo sumiria. "Eu sou casado, tia Lúcia. Casei há quatro anos. E tenho uma filha. O nome dela é Lia, e ela tem três anos." O silêncio sepulcral que se seguiu à minha declaração foi minha pequena vingança. Eles mal sabiam o que ainda estava por vir.”
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