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Herança Roubada: Família Aniquilada

Capítulo 1 

Palavras: 843    |    Lançado em: 09/07/2025

a e devastadora, havia dizimado as plantações, o trabalho de gerações se transformando em pó diante de seus olhos.

ntigo. Um casamento arranjado. O noivo seria Pedro Henrique, o herdeiro de uma

que parecia. Sua empresa estava em dívida com a família de Ana Clara por uma ajuda crucial no passado, um favor que salvou seu pró

ele prometeu, sua voz suave como ve

fazendas mais prósperas do Brasil, terras

as" , ele disse, e Ana Clara, jovem e desespe

m. Três anos de uma

a másca

os e calculados, ele invadiu as contas de sua família, transferiu fundos, cancelou créditos, executou garantias. Ele orqu

ra perdida. A honra, manchada. O futuro, aniquilado. Em um p

ras mais valiosas, peças que continham sua essência, roubadas. Mais tarde, Ana Clara descobriria que foram vendida

mármore frio da mansão que ele construiu com o dinheiro

o, poupe o que re

om palavras, mas com uma ação. Ele a forçou a ir ao crematório. Obrigou-

suportável, mas o frio

breza?" , ele sibilou perto de seu ouvido, o so

sua família, os grandes salvadore

pelo braço, seus dedos

Ana Clara! O cachorrinho que a gran

anância. Ele fez por orgulho ferido. Ele destruiu tudo o que ela amava para

ento que ela um dia acreditou ser a salvação, e o rasgou em pedaço

orcido por um triunfo doentio. "Você vai me ver virar o

eres diferentes, a cada dia, desfilavam pela mansão, suas risadas ec

senhora da casa,

anto a observava servir champanhe para suas amantes.

la sabia que seu tempo estava acabando. Um segredo mortal

rique. Ela o empurrou para fora do caminho, salvando-o, mas na queda, um fragmento de galho de café, duro como osso, p

ente, feito em se

mais três d

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Herança Roubada: Família Aniquilada
Herança Roubada: Família Aniquilada
“Três anos de casamento. Três anos de uma fachada de felicidade com Pedro Henrique. Foi quando a máscara caiu. Numa noite, ele me embebedou e, enquanto eu dormia, ele invadiu as contas da minha família, transferiu fundos, cancelou créditos, executou garantias. Ele orquestrou a ruína financeira da minha família da noite para o dia, um colapso tão completo e rápido que não havia chance de recuperação. Meus pais não suportaram e, em um pacto silencioso de desespero, eles tiraram as próprias vidas. Implorei a Pedro Henrique, ajoelhada no chão de mármore da mansão que ele construiu com o dinheiro que um dia foi da minha família. "Por favor, Pedro, poupe o que restou. Por favor." Ele me olhou com desprezo e me forçou a ir ao crematório, me obrigou a assistir enquanto os corpos de meus pais eram consumidos pelas chamas. A verdade me atingiu com a força de um golpe físico: ele não fez aquilo por ganância, ele fez por orgulho ferido. Ele destruiu tudo que eu amava para provar que era superior, para provar que não era o "cachorrinho" de ninguém. Naquele dia, ele destruiu o contrato de casamento na minha frente, me chamou de "cachorrinha" e transformou a casa em um harém, me fazendo de serva. Minha dor física, a do fragmento de galho de café alojado em meu peito, se intensificou. Minha vida tinha um prazo, eu só tinha mais três dias. Escapando da mansão, quando me aproximei da antiga fazenda da minha família, ouvi risadas. Um leilão. Ele estava leiloando até os restos, os destroços de nossas vidas. "A órfã da família também veio para o leilão dos pertences de seus parentes?" Meu coração doeu, doeu tanto que o mundo girou e eu quase desmaiei. Pedro e seu grupo de mulheres riram e passaram por cima de mim, como se eu fosse um obstáculo. Mas me levantei e fixei meus olhos no palco. "O próximo item, eu compro!"”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 8