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Vingança da Viúva Grávida

Capítulo 2 

Palavras: 952    |    Lançado em: 09/07/2025

a carregada de uma tensão palpável. De um lado, os amigos de Pedro e Maria Eduarda montavam as estruturas para o memorial, com fotos sorridentes do surfista es

olpe foi bai

o, alegando falta de alvarás e preocupações com a segurança. Oficiais chegaram

permissões!", gritava um deles, um

de Ana Clara. Maria Eduarda sentiu a primeira onda de humilhação. Vê-los desfazendo o tributo ao seu

aguda atravessou seu ventre, e ela teve que se apoiar em uma amiga para não

s boatos, como uma praga, começaram a se esp

organizar um evento simp

istória do projeto social para

ndo que aguentar essa golpi

a se sentia isolada, um alvo no centro de uma arena. Seus amigos a defendiam, m

s cruel vei

eus domínios. Ela usava um vestido branco esvoaçante que evidenciava sua própria g

o, e que ele, por sua vez, dera a Maria Eduarda no primeiro aniversário de namoro.

struindo sua vida, foi a profanação final. Era como se Ana Clara tivesse ro

. A humilhação era completa. Ana Clara não estava apenas s

, talvez devesse apenas se retirar, desaparecer. Ela começou a rascunhar uma carta, um documento que terminaria qualquer v

liê se abriu c

tinha mais o sorriso suave de antes,

para fugir, ratinha", disse el

e estava com ela, tentou intervir.

força surpreendente. "Não fale comigo, em

ria Eduarda, seu olhar

trinho vai funcionar? Acha que es

ão era dir

ssa sua aura de santinha sofredora

ria Eduarda, o colar de conc

oder, sucesso. Coisas que só a minha famíl

lançou o

o, gesticulando para as telas de Maria Eduarda. "Essa sua '

rceu em uma expres

patia estranha, aquela capacidade de sentir o mar, de acalmar as ondas... Ele achav

tal, ela agarrou os pulsos de Maria Eduarda. Uma energia fria e cortante fluiu de sua

ra fora. Sua conexão com o mar, sua intuição artística, a sensibilidade q

de dor e perda, e desab

ioso de Ana Clara, a ladra de sua vida, de

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Vingança da Viúva Grávida
Vingança da Viúva Grávida
“Meu amor por Pedro era tão vasto quanto o oceano que nos unia, um surfista talentoso e uma artista sonhadora, nosso futuro parecia tão certo quanto o nascer do sol. Mas o mar, que lhe deu a glória, também o levou, deixando um vazio devastador e um segredo crescendo dentro de mim. Em meio à minha dor, Ana Clara, uma suposta "amiga de infância", surgiu com um sorriso frio e palavras venenosas, afirmando que Pedro nunca me amou e que a verdadeira alma gêmea dele sempre foi ela. E o golpe mais cruel: ela também estava grávida de Pedro. Minha reputação foi destruída. Fui pintada como uma golpista interesseira, o alvo de fofocas e acusações que me transformaram em uma pária na minha própria casa. Senti o chão sumir sob meus pés, a dor da traição ofuscando até mesmo o luto pela perda de Pedro. "Ele nunca te amou de verdade," ela sussurrava, e cada palavra era um veneno que se espalhava em minha alma. Como ele pôde esconder isso? Como eu não percebi a verdade em seu olhar antes? Desesperada, encontrei o diário secreto de Pedro. Página após página, ele descrevia seu amor por mim, a ansiedade pela chegada de nosso filho e seu maior sonho: um projeto social para crianças carentes, usando o surf como ferramenta de inclusão. Não eram apenas anotações sobre ondas, mas um plano de vida para nós. Minhas lágrimas molhavam a tinta, mas não eram mais de desespero, e sim de uma fúria e determinação que jamais imaginei possuir. Ana Clara podia tentar roubar meu passado e manchar meu presente, mas não podia apagar a verdade escrita naquelas páginas; não podia destruir a memória do verdadeiro Pedro. Eu lutaria. Pela memória dele. Pela verdade. E pelo futuro do nosso filho. Com o diário em mãos, fui atrás dos amigos de Pedro e revelei a eles a verdade, a dor da desconfiança se transformando em um apoio inabalável. Juntos, iríamos realizar o sonho de Pedro. No dia do evento memorial, Ana Clara usou sua influência para embargá-lo, humilhando-me publicamente e espalhando boatos ainda mais venenosos. A dor emocional manifestou-se fisicamente, e uma pontada aguda atravessou meu ventre. Em seguida, ela apareceu, exibindo um colar de concha – um tesouro da família de Pedro, um símbolo do nosso amor – como um troféu profano. Aquele gesto roubou não apenas um objeto, mas um pedaço da minha história e identidade. De volta ao ateliê, enquanto rascunhava uma carta de rendição, Ana Clara invadiu meu espaço. Ela me chamou de "ratinha" e zombou da minha arte. "Pedro nunca quis nada disso. Ele queria poder, sucesso. Coisas que só a minha família poderia dar. Coisas que eu daria a ele." Então, ela lançou o golpe final: "Pedro me contou sobre seu verdadeiro dom. Aquele que você mal sabe usar. Aquela empatia estranha, aquela capacidade de sentir o mar, de acalmar as ondas... É poder. E esse poder deveria ser meu." Com um movimento brutal, ela agarrou meus pulsos. Uma energia fria e cortante fluiu de suas mãos, e senti uma dor excruciante em minha alma; minha conexão com o mar, minha intuição artística, tudo se esvaía. Gritei, um som rouco de dor, e desabei inconsciente, a última imagem o sorriso vitorioso dela, a ladra da minha vida e da minha essência. Pedro chegou e não olhou para mim, mas para Ana Clara, perguntando sobre ela e "nosso bebê" . Quando acordei, ele me acusou de atacar Ana Clara, de colocar 'o filho deles' em risco. Ele me sentenciou a ficar trancada no ateliê, sem julgamento, sem ouvir minhas palavras sobre o 'dom roubado' . "Meu dom... ela o levou...", sussurrei, mas ele zombou da minha "sensibilidade excessiva" e da minha "fraqueza". Os boatos me transformaram em vilã. A humilhação final: fui convocada a um tribunal informal, onde Ana Clara, com lágrimas de crocodilo, mentiu sobre minha suposta renúncia ao dom. Cai de joelhos, fraca, mas a raiva acendeu um fogo dentro de mim. "É mentira!" , gritei, exigindo o Ritual da Verdade. Pedro, em vez de me apoiar, mentiu novamente para proteger Ana Clara, dizendo que o dom a aceitou, e que eu era instável. Ele estava ativamente participando da minha destruição. Naquela noite, ele me pediu para assumir a culpa, para "proteger Ana e o bebê" . Ele estava usando a minha compaixão como arma. "Não", respondi com firmeza. "Nunca." Fui considerada culpada, condenada à exposição pública e ao exílio. A casa que construí com Pedro, meu lar dos sonhos, foi entregue a Ana Clara. Naqueles longos dias de vergonha, minha amiga leal permaneceu ao meu lado, um bálsamo em minha ferida aberta. Ana Clara veio buscar o documento de divórcio, desejando a estocada final. Minha amiga tentou me defender e Ana Clara, com um desprezo gélido, a atacou. Não foi um simples empurrão. Foi um golpe de energia pura, letal. Minha única aliada, morta a meus pés, despedaçou algo em mim; a culpa me consumia. "NÃO!", gritei, e o chão tremeu levemente enquanto uma energia nova e primal borbulhava, mais selvagem do que meu antigo dom. Peguei o papel de divórcio e o punhal do escrivão, fiz um corte na palma da mão e com meu próprio sangue, escrevi uma declaração de guerra, uma renúncia ao meu passado. Ana Clara zombou, jogou o colar de concha partido no chão, e foi embora com o documento. Mas ao partir, a força que me mantinha de pé se esvaiu; eu estava morrendo. Com minhas últimas forças, arrastei-me em direção ao penhasco, ao Abismo das Almas Perdidas, buscando a única liberdade que me restava. "Adeus, Pedro," sussurrei, e me joguei. Pedro chegou tarde demais, apenas vendo a névoa engolir meu vestido. "MARIA EDUARDA!", seu grito de horror ecoou no vazio.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10