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Vingança da Viúva Grávida

Capítulo 4 

Palavras: 988    |    Lançado em: 09/07/2025

ia Eduarda os colocou em uma posição difícil. Negar seria admitir a

io. Ele se levantou, o rosto um

dos confiavam. "Eu estava lá. Cheguei logo depois. Eu vi o estado em que Ana Cl

da destruição dela para proteger sua nova família. Cada palavra dele era um prego no caixão da verdade, um test

invocou uma pequena parte do poder que havia roubado de Maria Eduarda – uma brisa suave e perfuma

Ele floresce com ela. Com Maria Eduarda,

rtencia a Maria Eduarda, agora usada

sobre envelhecerem juntos. Na época, ela viu aquilo como o auge do romance. Agora, olhando para trás, ela via a verdade. Não havia a profundidade, a conexão verdadeira que ela sentia por ele. As palavras dele eram bonitas, m

eliê. A fúria pública havia desaparecido, su

culpa. Diga que você atacou Ana Clara. Se você fizer isso, eu prometo que a

carou, i

eu assuma a culpa por um crime

"Ela está grávida, é delicada. Um escândalo como esse, a pressão de

ade dele. Ele estava usando a moralidade, a compaixão dela, como

voz firme, apesar da fraqu

do. Sem o Ritual da Verdade, e com o te

rada culpada de agressão

a teve. Foi sentenciada a uma semana de exposição pública na praça central – uma forma de humilhação onde ela teria que ficar sentada e

que antes pertencera a Maria Eduarda. E, como insulto final, deram a ela a posse da casa de praia q

ueldade, houve um ponto de luz. Sua amiga leal, a mesma que Ana Clara havia empurrado, ficou ao seu lado. Todos os dias, ela trazia água e comida

ebera em troca? Mentiras, manipulação e abandono. Ela percebeu a profundidade de quão usada fora. Ele não queria uma parceira, queria um símbolo de pureza ao seu lado. E quando esse símbolo se tornou incon

lada, Ana Clara apareceu. Ela não veio sozinha, mas

Eduarda, que ainda estava s

o venenoso. "Acho que era um documento de divórcio, ou algo parecido. Vim buscá-lo. Já que você e

r, sua casa, seu dom e sua honra. Ela queria o documento formal

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Vingança da Viúva Grávida
Vingança da Viúva Grávida
“Meu amor por Pedro era tão vasto quanto o oceano que nos unia, um surfista talentoso e uma artista sonhadora, nosso futuro parecia tão certo quanto o nascer do sol. Mas o mar, que lhe deu a glória, também o levou, deixando um vazio devastador e um segredo crescendo dentro de mim. Em meio à minha dor, Ana Clara, uma suposta "amiga de infância", surgiu com um sorriso frio e palavras venenosas, afirmando que Pedro nunca me amou e que a verdadeira alma gêmea dele sempre foi ela. E o golpe mais cruel: ela também estava grávida de Pedro. Minha reputação foi destruída. Fui pintada como uma golpista interesseira, o alvo de fofocas e acusações que me transformaram em uma pária na minha própria casa. Senti o chão sumir sob meus pés, a dor da traição ofuscando até mesmo o luto pela perda de Pedro. "Ele nunca te amou de verdade," ela sussurrava, e cada palavra era um veneno que se espalhava em minha alma. Como ele pôde esconder isso? Como eu não percebi a verdade em seu olhar antes? Desesperada, encontrei o diário secreto de Pedro. Página após página, ele descrevia seu amor por mim, a ansiedade pela chegada de nosso filho e seu maior sonho: um projeto social para crianças carentes, usando o surf como ferramenta de inclusão. Não eram apenas anotações sobre ondas, mas um plano de vida para nós. Minhas lágrimas molhavam a tinta, mas não eram mais de desespero, e sim de uma fúria e determinação que jamais imaginei possuir. Ana Clara podia tentar roubar meu passado e manchar meu presente, mas não podia apagar a verdade escrita naquelas páginas; não podia destruir a memória do verdadeiro Pedro. Eu lutaria. Pela memória dele. Pela verdade. E pelo futuro do nosso filho. Com o diário em mãos, fui atrás dos amigos de Pedro e revelei a eles a verdade, a dor da desconfiança se transformando em um apoio inabalável. Juntos, iríamos realizar o sonho de Pedro. No dia do evento memorial, Ana Clara usou sua influência para embargá-lo, humilhando-me publicamente e espalhando boatos ainda mais venenosos. A dor emocional manifestou-se fisicamente, e uma pontada aguda atravessou meu ventre. Em seguida, ela apareceu, exibindo um colar de concha – um tesouro da família de Pedro, um símbolo do nosso amor – como um troféu profano. Aquele gesto roubou não apenas um objeto, mas um pedaço da minha história e identidade. De volta ao ateliê, enquanto rascunhava uma carta de rendição, Ana Clara invadiu meu espaço. Ela me chamou de "ratinha" e zombou da minha arte. "Pedro nunca quis nada disso. Ele queria poder, sucesso. Coisas que só a minha família poderia dar. Coisas que eu daria a ele." Então, ela lançou o golpe final: "Pedro me contou sobre seu verdadeiro dom. Aquele que você mal sabe usar. Aquela empatia estranha, aquela capacidade de sentir o mar, de acalmar as ondas... É poder. E esse poder deveria ser meu." Com um movimento brutal, ela agarrou meus pulsos. Uma energia fria e cortante fluiu de suas mãos, e senti uma dor excruciante em minha alma; minha conexão com o mar, minha intuição artística, tudo se esvaía. Gritei, um som rouco de dor, e desabei inconsciente, a última imagem o sorriso vitorioso dela, a ladra da minha vida e da minha essência. Pedro chegou e não olhou para mim, mas para Ana Clara, perguntando sobre ela e "nosso bebê" . Quando acordei, ele me acusou de atacar Ana Clara, de colocar 'o filho deles' em risco. Ele me sentenciou a ficar trancada no ateliê, sem julgamento, sem ouvir minhas palavras sobre o 'dom roubado' . "Meu dom... ela o levou...", sussurrei, mas ele zombou da minha "sensibilidade excessiva" e da minha "fraqueza". Os boatos me transformaram em vilã. A humilhação final: fui convocada a um tribunal informal, onde Ana Clara, com lágrimas de crocodilo, mentiu sobre minha suposta renúncia ao dom. Cai de joelhos, fraca, mas a raiva acendeu um fogo dentro de mim. "É mentira!" , gritei, exigindo o Ritual da Verdade. Pedro, em vez de me apoiar, mentiu novamente para proteger Ana Clara, dizendo que o dom a aceitou, e que eu era instável. Ele estava ativamente participando da minha destruição. Naquela noite, ele me pediu para assumir a culpa, para "proteger Ana e o bebê" . Ele estava usando a minha compaixão como arma. "Não", respondi com firmeza. "Nunca." Fui considerada culpada, condenada à exposição pública e ao exílio. A casa que construí com Pedro, meu lar dos sonhos, foi entregue a Ana Clara. Naqueles longos dias de vergonha, minha amiga leal permaneceu ao meu lado, um bálsamo em minha ferida aberta. Ana Clara veio buscar o documento de divórcio, desejando a estocada final. Minha amiga tentou me defender e Ana Clara, com um desprezo gélido, a atacou. Não foi um simples empurrão. Foi um golpe de energia pura, letal. Minha única aliada, morta a meus pés, despedaçou algo em mim; a culpa me consumia. "NÃO!", gritei, e o chão tremeu levemente enquanto uma energia nova e primal borbulhava, mais selvagem do que meu antigo dom. Peguei o papel de divórcio e o punhal do escrivão, fiz um corte na palma da mão e com meu próprio sangue, escrevi uma declaração de guerra, uma renúncia ao meu passado. Ana Clara zombou, jogou o colar de concha partido no chão, e foi embora com o documento. Mas ao partir, a força que me mantinha de pé se esvaiu; eu estava morrendo. Com minhas últimas forças, arrastei-me em direção ao penhasco, ao Abismo das Almas Perdidas, buscando a única liberdade que me restava. "Adeus, Pedro," sussurrei, e me joguei. Pedro chegou tarde demais, apenas vendo a névoa engolir meu vestido. "MARIA EDUARDA!", seu grito de horror ecoou no vazio.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10