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O Caminho Para a Felicidade

Capítulo 4 

Palavras: 481    |    Lançado em: 09/07/2025

u corpo doía, e eu mal conseguia me levantar da cama para pegar um copo d' água. Tentei ligar

or dois dias. Ana Paula não li

no quarto, me viu deitado e suando,

" , ela disse, como se

por mim e começo

i?" , pergunte

casa do Pedro. Ele não es

uma médica. A ironia era cruel. Se ela não se importava com o restaurante que eu construí

Pedro havia postado uma foto. Nela, um par de mãos femininas descascava um camarão co

anel de noivado que eu lhe dei. Ela estava lá, cozinhando para

oi a got

a primeira coisa que fiz foi ir

as este lugar é a sua vida!

voltar pa

? Você construi

vamos mais

as minhas coisas. Para minha surpresa, Ana Pau

á fazendo?" , ela pergu

dando de sede. Vou

dade do mundo. Eu não tinh

om uma expressão fal

Foi uma ideia absurda minha. Me desculp

que eu aceitasse o pedido de descu

ha de centro. A tela estava acesa, mostrando

formou. A calma deu l

ular e virou a tela para mim

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O Caminho Para a Felicidade
O Caminho Para a Felicidade
“Um mês antes do nosso casamento, Ana Paula, minha noiva, me chocou com uma calma assustadora: ela precisava ter um filho com outro homem. Com Pedro, o filho mimado e manipulador do seu professor moribundo, Dr. Roberto. Eu senti o chão sumir, mas ela informou, não pediu permissão: "Eu não estou pedindo sua permissão, Lucas. Eu estou te informando. Eu devo isso a ele." Lágrimas de choque e raiva escorreram, enquanto ela, fria, atendia ao celular: "Pedro? Onde você está? Estou indo." Ela pegou a bolsa e saiu, me deixando em pedaços. A ficha caiu: eu sempre amei por dois. Para piorar, uma mensagem anônima revelou um print: "Ana Paula: Ele vai concordar. Não se preocupe, vamos dar esse neto ao seu pai." Eles haviam tramado tudo pelas minhas costas. A raiva me sufocou. Cansado de ser a última opção, em um ato de desespero patético, postei nas redes: "Cansado de ser segunda opção. Procuro uma esposa. Disposta a casar em um mês. Alguém se candidata?" Foi então que meu celular tocou. Era Sofia Mendes, minha amiga de infância. "Eu aceito."”