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A Promessa do Desenho: O Amor Oculto de William

Capítulo 2 

Palavras: 588    |    Lançado em: 09/07/2025

sol entrava forte por uma janela, demasiado forte. Ela piscou, confusa. Não estava no seu qu

íamos chamar uma ambulância?

elmente está a fazer mais um dos seus d

gia. Olhou para as suas mãos. Lisas, sem a aliança de casamento. Olhou

volta, reconhecendo o local. Era o jardim em frente

a universidade: alto, com uma camisa branca impecavelmente passada, calças escuras e uma expressão de fria indiferença. El

dele, frio e distante, misturava-se com a me

blica. Na sua vida passada, ela tinha reunido toda a sua coragem, interrompido uma conversa dele com os amigos e declarado o seu am

Tinha voltado ao in

vez, seria

s que se tinha juntado, esperando o espetáculo do costume, ficou em silêncio. Fiona,

inalmente levantou o olhar do relógio, uma sobrancelha arquead

ou um dedo e apontou para a cintura dele. Com uma v

a etiqueta da tua c

ão de William passou de arrogância fria para pura estupefação. O rosto dele, normalmente páli

a segurava um pequeno cartão que tinha preparado para lhe dar com a confissão. Sem hesit

ue estás a fazer?" A voz de Willia

azer o quê? A poupar-nos a ambos

um William Gordon completamente atordoado e, pela pr

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A Promessa do Desenho: O Amor Oculto de William
A Promessa do Desenho: O Amor Oculto de William
“Nancy Dixon olhava para o telemóvel, o ecrã a brilhar na escuridão do seu quarto. Casada há dois anos, o seu marido William Gordon parecia um estranho. A sua resposta à mensagem "Sinto a tua falta" foi um seco e frio "Ok.". O desprezo habitual, uma muralha de gelo que nunca conseguiu quebrar. Mas naquele dia, a cruel indiferença transformou-se em navalhas. A sua melhor amiga revelou-lhe a traição velada: Juliette Holt, a sua rival de sempre, estava em Angola. Contratada para o projeto do William, ela publicou uma foto do seu "brilhante William Gordon". Ele não lhe disse nada. Nada. Lágrimas ardentes escorreram, enquanto William não atendia as suas chamadas. O "Ok." devastador à sua mensagem de divórcio rasgou-lhe o peito. Mas o golpe final veio de Benjamin, o seu irmão. William levara outra mulher para Angola, no jato particular "Minha Nancy", símbolo do seu suposto amor. A traição era tão profunda, tão suja, que o ar lhe faltou. A dor e o choque foram esmagadores. Ela desmaiou, cega pela injustiça e pela humilhação. Quando acordou, não estava na sua mansão. Estava no campus da Universidade de Lisboa, jovem, sem aliança, no dia da sua humilhante declaração de amor pública a William. Ela tinha renascido. Voltou ao início de tudo. Mas desta vez, agarraria o controlo do seu destino. Não mais seria a tola apaixonada.”