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O Coração Escolheu Ana

Capítulo 2 

Palavras: 863    |    Lançado em: 09/07/2025

o levou não parecia um lar

des brancas e móveis funcionais. Havia plantas nas janelas e

sse, com uma voz um pouco incer

ira. Havia fotos em porta-retratos: Ana com Sofia, Ana com um casal mais velho q

lash, um fragmento de memória: o cheiro de manteiga e alho, o som de uma faca batendo numa tábua de cort

to de chá," ele comentou,

la estava na porta do qua

relaxar," ela respondeu ra

a tarde demais. O lapso

escrivaninha. As roupas no guarda-roupa eram todas femininas, exceto por algumas camisetas e calças masculinas dobradas numa

hão era macio. Ana o observava da port

bem?" ela

ranho. Não me lemb

ormal. Que as memórias p

o dele. O toque era gentil, hesitante. Ped

para você comer. Você

do e fechando, a água correndo na pia. Eram sons caseiros, reconfortantes.

s antigos e do chá de camomila que ela estava preparando. Era um cheiro bom. Ele se perguntou qual era

a. Tinha uma caneca de ch

" ela disse, sem graça. "Eu

ru. Era exatamente o tipo de comida sem graça que ele imaginou que

do ler um livro, mas ele podia ver que seus olhos estavam fixos nele por cima das págin

comer e colocou

do. Esta

sorriso pequeno

nad

dela, que agora fingia ser sua noiva. E ele, o noivo sem memória, sabia d

ele disse, usando a desculpa perfeita. Su

precisava era de espaço. Espaço para pensar, par

"Descanse. Eu vou ficar na sala se precisar de a

fechando a porta sua

e lembrava do seu passado, mas seu instinto estava intacto. E seu instinto lhe dizia que Ana, apesar de fazer parte da m

. Por lealdade? Por pena? Ou, como S

sozinho. Estava sendo enganado, sim. Mas também estava sendo cuidado. E essa dualidade era a coisa mais interessante que lhe acontecera desde

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O Coração Escolheu Ana
O Coração Escolheu Ana
“O som agudo dos pneus. Depois, só escuridão. Acordei em um hospital, sem memória, sem saber quem eu era ou por que meu corpo doía tanto. Uma mulher linda, Sofia, se apresentou como minha noiva. Ela falava sobre nossa vida, meu restaurante famoso, nosso casamento... mas nada parecia meu. Eu era um estranho na minha própria história. Até que Sofia trouxe Ana, sua melhor amiga, para "cuidar de mim" enquanto ela "resolvia umas coisas urgentes" . Ana tinha olhos gentis, cansados, muito diferentes dos de Sofia. Pouco depois, ouvi a conversa: Sofia abandonando-me, deixando Ana para fingir ser minha noiva. "Você sempre gostou dele, não é? Agora é sua chance." Minha cabeça doeu. Não era pela batida, mas pela amarga descoberta da traição, da farsa. Eu podia confrontá-la, gritar que sabia de tudo. Mas uma parte curiosa de mim queria ver até onde essa farsa iria. Queria entender Ana. Quando Ana entrou, pálida, com a história ensaiada sobre a viagem de Sofia, eu assenti. "Minha noiva?" repeti, saboreando a ideia. Ela engoliu em seco. "Sim. Eu. Ana." Segurei a mão dela. Estava quente, trêmula. E, pela primeira vez desde o acidente, senti uma conexão real. O jogo havia começado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10