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O Coração Escolheu Ana

Capítulo 4 

Palavras: 925    |    Lançado em: 09/07/2025

na

ou rouca no silên

lhos arregalados. Ela esfregou o rosto rapidamente co

eu te acordei

ntiu, caminhando em direção à cozinha com

rapidamente, levantando-se e indo atrás dele. A m

la disse, a voz um pouco embargada

encheu com água do filtro. Quando se virou para

firmou, não como uma pergunta,

copo na mão. Ela

alergia. A poei

idiu não pressionar. Ele pegou o copo, seus dedos roçando os dela

e, bebendo a água lent

parecia saber disso. A tensão

repente, mudando de assunto. "Eu posso p

cisa se i

sei que você gosta de comer algo salgado antes de dormir. Um sanduíc

pão sem glúten ele ouvira na ligação, mas sem a casca? Isso era novo. Sofia, em todas

le perguntou, a surpre

tinha falado demais. Um r

ito tempo," ela improvisou. "Disse que s

de ou não. Mas a forma como ela disse

ciosos. Ela pegou o pão especial, o queijo, e montou o sanduíche com um cuidado que beirava a reverên

ena cozinha. Era um cheiro reconfortante, um cheiro de c

ele. Eles se sentaram à pequena mesa da cozinha

nte por fora e macio por dentro. Era simples, mas era perfeito. Ele sentiu

rguntou, a ansiedade

m castanho quente, e naquele momento, não havi

," ele disse.

a cúmplice numa farsa cruel. Mas ela também era a pessoa que se lembrava de como ele gostava de seu sanduíche. Ela chora

er que secretamente o amava, como Sofia havia zombado

levantou também para pegar o prato. Eles se moveram ao me

or dela, o cheiro suave de seu cabelo. Ele colocou a mão na parede p

hou para baixo e viu que o rosto dela estava a centímetros do seu. E

e quis beijá-la. O desejo o atingiu com uma força inesperada, uma reação pu

astou abr

urmurou, a voz mais

ela sussurrou, o r

ava ficando perigoso. Ele viera para o apartamento de Ana esperando encontrar uma vilã, uma mentirosa. Mas a cada hora que passava, ele

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O Coração Escolheu Ana
O Coração Escolheu Ana
“O som agudo dos pneus. Depois, só escuridão. Acordei em um hospital, sem memória, sem saber quem eu era ou por que meu corpo doía tanto. Uma mulher linda, Sofia, se apresentou como minha noiva. Ela falava sobre nossa vida, meu restaurante famoso, nosso casamento... mas nada parecia meu. Eu era um estranho na minha própria história. Até que Sofia trouxe Ana, sua melhor amiga, para "cuidar de mim" enquanto ela "resolvia umas coisas urgentes" . Ana tinha olhos gentis, cansados, muito diferentes dos de Sofia. Pouco depois, ouvi a conversa: Sofia abandonando-me, deixando Ana para fingir ser minha noiva. "Você sempre gostou dele, não é? Agora é sua chance." Minha cabeça doeu. Não era pela batida, mas pela amarga descoberta da traição, da farsa. Eu podia confrontá-la, gritar que sabia de tudo. Mas uma parte curiosa de mim queria ver até onde essa farsa iria. Queria entender Ana. Quando Ana entrou, pálida, com a história ensaiada sobre a viagem de Sofia, eu assenti. "Minha noiva?" repeti, saboreando a ideia. Ela engoliu em seco. "Sim. Eu. Ana." Segurei a mão dela. Estava quente, trêmula. E, pela primeira vez desde o acidente, senti uma conexão real. O jogo havia começado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10