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A Vinicultora Rejeitada e o Rei do Luxo

Capítulo 1 

Palavras: 910    |    Lançado em: 09/07/2025

esprezo que não se preocupou em esconder. Ela colocou um cheque na mesa de madeira rú

para que uma rapariga como tu viva c

ante, como o vento de inv

ho. Ele vai casar com a Sofia, a herdeira dos esta

visto. Olhei para as minhas mãos, sujas de terra da vinha, e depois para o rosto imp

, cuidei de um homem ferido e sem memória. Alimentei-o, vesti-o e dei-lhe um

És mais inteligente do que pareces.

s eu já não sentia a dor que es

um homem que me oferece o lugar de amante.

vinicultora a falar de dignidade. Que piada. O meu filho

seu rosto, que antes me olhava com um amor simples e puro,

te? O que se

"Nada, querido. Estava apenas a despedir-me da J

asiado excitado, demasiado imerso no seu novo mundo

o, repousava uma garrafa de vinho do Porto de 1815, escura e poeirenta, com um rótulo que gritava história e fortu

palavras dele ecoaram na minha mente, sobrepondo-se a

embrava de nada, nem do seu nome. Eu chamei-lhe "Ben" . Durante três anos, ele foi o Ben. Um trabalhador rural simples q

arrafa de Porto vintage que a minha avó me tinha

Quando casarmos, vamos encontrar a garrafa de vinho mais rara e an

ória voltou. Ele não era o Ben. Era Benjamin Gordon, herdeiro de um império. A sua família

a uma convidada temporária, ou pior, uma empregada. A família dele olhava-me com desdém. Os empregados sussurrava

noivado com Sofia, um acordo de negó

perguntei, com

. "Podes ficar. Podes ser min

esperança que eu tinha. Recusei. A humilhação

omessa que me tinha feito, mas destinada a outra mulher, a dor t

do, Benjamin" , disse

minha calma. "Obrigado, Juli

uros. Do lado de fora, ouvi os comentários d

a camponesa va

vai casar com alg

sair dali. Tinha de voltar para casa. Fui online e comprei um bilhete de comboi

vez fosse o destino. Um f

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A Vinicultora Rejeitada e o Rei do Luxo
A Vinicultora Rejeitada e o Rei do Luxo
“No coração do Douro, eu, Juliette, encontrei o amor mais puro com Benjamin, meu 'Ben', um homem sem memória que durante três anos amou a vinha tanto quanto eu. Jurou que casaríamos e abriríamos o vinho mais raro para celebrar o nosso amor. Mas a sua memória voltou, e com ela, o seu mundo rico e implacável. A sua mãe, a Sra. Gordon, atirou-me cinquenta mil euros, exigindo que eu desaparecesse: "Não há lugar para ti no mundo do meu filho. Ele vai casar com a Sofia, a herdeira dos estaleiros navais." Benjamin confirmou, oferecendo-me a humilhante posição de amante. Ele transformou a nossa promessa de amor, o vinho raro, num presente para a sua noiva. Fui arrastada para o seu mundo, tratada como uma camponesa sem valor, humilhada e pisada, enquanto ele me via como um mero estorvo. Ele deixou-me afogar no Tejo para salvar Sofia. Depois, obrigou-me a doar sangue para ela, a mulher que roubou o meu lugar. A sua mãe espancou-me. Como pôde o homem que me amou tão profundamente tornar-se num monstro tão frio e cruel? Como puderam promessas e um amor tão puro serem descartados por dinheiro e status? A dor da traição era insuportável, mas acendeu em mim uma chama de ferro: eu jamais seria refém da minha própria história. Com o cheque no bolso e o coração despedaçado, mas com a dignidade intacta, decidi partir. A minha fuga de comboio terminou num descarrilamento, e lá, ferido no meio dos destroços, encontrei um estranho: Jonathan Contreras. Mal sabia eu que, ao salvá-lo, estaria a reescrever o meu destino e a começar a minha própria lenda.”