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A Vinicultora Rejeitada e o Rei do Luxo

Capítulo 4 

Palavras: 483    |    Lançado em: 09/07/2025

a realidade. Eu não seria a amante de ninguém, uma sombra escondida nos cantos de uma vida que n

dava-me força. Benjamin entrou no meu quarto sem bate

te se

to?" , respondi, com a

ra, graças a ti. O casamento vai acontecer amanhã, como planeado." Ele não mencionou

r um pequeno jantar para a famíl

ele, incréd

que estejas lá. Para mostrar que não há ressentim

" , ri amargamente. "T

final." Ele saiu, deixando-me com u

lenciosa ao luxo que me rodeava. O jantar foi na sala de jantar principal da ma

e Sofia, olhavam para mim como se eu fosse um animal exó

ta a campone

Benjamin viu nel

o concubina. Que sorte a dela. Uma ra

um sorriso falso. "Então, querida, estás feliz por o Benjamin ter encontrado um

o rosto. Levantei o que

oncubina de ninguém. Tenho m

sa" a desafiar a matriarca de uma das famílias mais ricas de

te at

a entraram, de braços dados, sorrindo. A Sra. Go

uliette. A dizer-lhe como estamos felizes p

o descarada que

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A Vinicultora Rejeitada e o Rei do Luxo
A Vinicultora Rejeitada e o Rei do Luxo
“No coração do Douro, eu, Juliette, encontrei o amor mais puro com Benjamin, meu 'Ben', um homem sem memória que durante três anos amou a vinha tanto quanto eu. Jurou que casaríamos e abriríamos o vinho mais raro para celebrar o nosso amor. Mas a sua memória voltou, e com ela, o seu mundo rico e implacável. A sua mãe, a Sra. Gordon, atirou-me cinquenta mil euros, exigindo que eu desaparecesse: "Não há lugar para ti no mundo do meu filho. Ele vai casar com a Sofia, a herdeira dos estaleiros navais." Benjamin confirmou, oferecendo-me a humilhante posição de amante. Ele transformou a nossa promessa de amor, o vinho raro, num presente para a sua noiva. Fui arrastada para o seu mundo, tratada como uma camponesa sem valor, humilhada e pisada, enquanto ele me via como um mero estorvo. Ele deixou-me afogar no Tejo para salvar Sofia. Depois, obrigou-me a doar sangue para ela, a mulher que roubou o meu lugar. A sua mãe espancou-me. Como pôde o homem que me amou tão profundamente tornar-se num monstro tão frio e cruel? Como puderam promessas e um amor tão puro serem descartados por dinheiro e status? A dor da traição era insuportável, mas acendeu em mim uma chama de ferro: eu jamais seria refém da minha própria história. Com o cheque no bolso e o coração despedaçado, mas com a dignidade intacta, decidi partir. A minha fuga de comboio terminou num descarrilamento, e lá, ferido no meio dos destroços, encontrei um estranho: Jonathan Contreras. Mal sabia eu que, ao salvá-lo, estaria a reescrever o meu destino e a começar a minha própria lenda.”