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Amor Incondicional, Nova Família

Capítulo 2 

Palavras: 851    |    Lançado em: 09/07/2025

a pedaço refletia uma parte diferente do meu estúdio

o folheei uma vez, meses atrás. Em quase todas as fotos da festa, eu estava no canto, ao lado de Raf

rou na cozinha, jogando os cacos de vidro no l

cas de novo? Ele me ligou chorando

utomática, a cul

, Rafael. Ele quebrou n

ças não fazem essas coisas sem mo

ri, e o veredito

e. Ele estava em pé ao meu lado, no altar, e sussurrou: "Eu

rometeu me proteger era agora meu principal acusador, seu r

nto, como sempre fazia quando a conver

esa. A Patrícia vai estar lá, então,

pedido. Ele esperava m

avia se quebrado junto c

não v

aíram firmes,

e. Ele me olhou como se eu tivesse

você d

" , repeti, olhando di

palavras. Eu nunca o

lho, a campainha tocou. Era Patrícia. Ela entrou

ueno Lucas está. Ele par

olhi, ajeitando uma almofada no sofá que eu projetei. Seu braço roçou o de Rafael qu

correndo. Ao ver Patríci

amã

ertado que ele nunca me dera. A palavra "ma

a porta se abriu novame

pletamente a minha presença. Ela abraçou Patrícia, alisando seus cabelos.

el, um fantasma na

de Rafael e encontrei uma caixa de sapatos no fundo de uma gaveta. Dentro, havia dezenas

era o passado, que eu não tinha o direito de invad

unca a havia esquecido. Ele a mantinha por perto, ali

mim, seu olhar cheio de

bem. Esse estresse todo não

avidar, ao aborto espontâneo que sofri, um sofrimento

m branco, uma tela sem emoção. Mantive seu olhar por um longo momento e de

sala de estar. Desci e vi uma cena

lia, uma peça de ouro delicada com pequenas safiras. Eu a havia admirado uma vez, e

atrícia e colocou a

melhor em você, Patrícia.

im por cima do ombro de Dona Helena. A mensagem era c

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Amor Incondicional, Nova Família
Amor Incondicional, Nova Família
“A festa de aniversário de Rafael era o evento social do ano, e eu, Sofia, sua esposa e designer de interiores, tentava ser a anfitriã perfeita, sentindo-me apenas uma peça de decoração bonita e silenciosa em nossa casa impecável. De repente, Lucas, meu enteado de nove anos, jogou aos meus pés o presente que eu lhe dera – um carrinho de controle remoto de edição limitada –, seus olhos cheios de desprezo: "Eu não quero isso." O plástico da embalagem rachou, cortando as conversas e virando todos os olhares para mim. Antes que eu pudesse reagir, ele me acusou, repetindo as palavras que Patrícia, a ex-namorada de Rafael, havia sussurrado em seus ouvidos por meses: "Você não é minha mãe! A Patrícia disse que você só quer o dinheiro do meu pai. Ela é minha verdadeira mãe!" O ódio em sua voz era palpável. Eu procurei Rafael, mas ele desviou o olhar, ignorando a cena, deixando-me à mercê dos sussurros e julgamentos. Minha sogra, Dona Helena, sorria satisfeita, fazendo um gesto sutil de aprovação para o neto. A solidão me engoliu, e a humilhação me sufocou. Segurei o carrinho quebrado, sentindo a dor das acusações e da indiferença. Subi para o quarto, e lá, a solidão deu lugar a uma decisão fria e inabalável: "Isso acaba hoje."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 11