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Libertado das Correntes de Sofia

Capítulo 1 

Palavras: 842    |    Lançado em: 09/07/2025

ário de casamento, Sofia Hayes

nossa adega, um jovem de uma família humilde, m

ola do Douro, ficou obcecada. Ela, que sempre te

do seu dinheiro. Não sou um

u um relógio de luxo. A sua recusa, em

im co

te na universidade, a mulher cujo amor era a i

ou-me com

do restaurante, com o bolo e as velas por acender, para ir

primei

inho do Porto vintage que guardava. Cada uma delas representava uma promessa de

empre, meu Tiago", e despejei o conteúdo pelo ralo. O líqu

ia tinha um lim

dela escalou

Rui, a queixar-se de uma constipação. Sem hesitar, ela parou o carro na berma, mandou-me sair e apanhar um táxi, e voltou

e, despejei

e ocupava a parede principal da sala, tinha desaparecido. No seu lugar,

juntou-se às o

os lá para licitar um colar de filigrana de ouro, a última j

o empregado de mesa no evento, a

a mão dela

hão de

a comprou o colar e, em fren

é pa

de homem orgulhoso e

sou um brinquedo

rou-se, caminhou até à varanda com vista para o rio Douro e, sem um

foi atrás de Rui,

o meu corpo, mas eu só conseguia pensar no colar. Mergulhei, vez apó

i-o co

nte para a adega. Peguei na 95ª garrafa. O cartão dizia:

la, sobre a mulher que eu a

a cochichar na

estagiário! Faz lembrar a forma como

mim tinha sido a minha maior felicidade. Ag

r quem ela era, disse-lhe para não tocar nas barricas. Ela, habituada a ser o

noite, com o cola

a, po

olhos frios, desprovi

é teu, é meu. E eu faço o qu

últimas oportunidades. O ritual das garrafas era o m

ª garrafa. Re

ou a casa mais cedo.

cisamos de

toda a sua força. Caí pelas escadas, a minha cabeça bateu com força no chão de mármo

desculpa para trazer Rui

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Libertado das Correntes de Sofia
Libertado das Correntes de Sofia
“No dia do nosso quinto aniversário de casamento, eu, Tiago, estava imensamente feliz ao lado de Sofia, a mulher que me perseguiu na universidade e cujo amor era a inveja de todos. Ela parecia o meu porto seguro, a minha promessa de amor eterno. Mas, naquela noite, Sofia Hayes apaixonou-se por outro homem. Era Rui Acosta, um estagiário arrogante, e a minha mulher, a herdeira de um império vinícola, tornou-se obcecada por ele. A crueldade dela escalou rapidamente. Fui abandonado à beira da estrada enquanto eu tremia de febre, a nossa fotografia de casamento substituída por um esboço barato do "amante", e o colar da minha falecida mãe, a única herança sagrada, atirado ao Douro como um capricho para o humilhar. Ela até me forçou a pedir desculpa a Rui por ele ter sido desastrado. Comecei a despejar as 99 garrafas de Vinho do Porto que guardava, cada uma representando uma promessa quebrada, sentindo cada vez mais o meu coração a estilhaçar-se. Porque é que ela me destruía assim? Éramos o casal invejado, e agora eu era o "corno manso" de que todos cochichavam. A sua obsessão por mim tinha sido a minha felicidade; a sua obsessão por ele era a minha ruína. A dor atingiu o auge quando, quase a morrer de uma reação alérgica que Rui propositadamente causou, Sofia me sedou e me entregou à Clara, a minha ex-admiradora louca, para salvar o seu precioso amante. Naquela noite, ouvi-a sussurrar a Rui que ele era a coisa mais importante do mundo para ela. Partiu o meu coração. A última garrafa foi para o esgoto depois de ela me enganar nos papéis do divórcio. Eu soube então: estava livre. Livre da mulher que me destruiu, mas também livre do amor que me cegou. Eu parti.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 17