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Libertado das Correntes de Sofia

Capítulo 4 

Palavras: 665    |    Lançado em: 09/07/2025

adas. Estava num quarto de hosp

udo. Foi um acidente. Ninguém vai sab

onfortante. Não para mim, mas p

ó queria que ele ficas

. Quando Sofia me viu de olhos a

distante. "Tiveste uma reação alérgic

a. "Tu viste-me a sufocar e não fizeste

revirando os olhos. "Foi um pequeno er

a feito anos antes, quando o meu pai adoec

iada

casa para descansar. Deixou-me sozinho no quarto de hospital

de barco no Douro, a jantar em restaurantes caros, a visitar os locais qu

de lírios brancos, as flores preferidas da minha mãe.

ncontra alguém que te ame tanto

alhado mis

io. Queria visitar a campa da mi

funcionário do cem

s chuvas, o terreno cedeu. Temos de mover a

mpaciente, assinou os papéis sem s

rrar a urna. Era pesada. Pesada com as memória

a, Rui aproximou-se

isse eu, a minh

pedra, ele empurrou-se contra mim. Perdi o equilíbrio. A urna

seus restos mortais, espalh

mpo

ou Rui, com uma falsa angústia

as mãos, misturando as cinzas com a terra, p

primordial. Saltei para cima dele, os meus punhos

o-te!"

ndo. "Para! Estás a humilha

se pass

nenhures, e viu a cena. A sua escolha foi instantân

ra! Estás

a lama, depois para mim, e não havia

vez de partilhar a minha

chão, e disse, com uma voz cheia de v

uanto Rui, o seu rosto contorcido numa máscara de ódio, se

segurou-me para que

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Libertado das Correntes de Sofia
Libertado das Correntes de Sofia
“No dia do nosso quinto aniversário de casamento, eu, Tiago, estava imensamente feliz ao lado de Sofia, a mulher que me perseguiu na universidade e cujo amor era a inveja de todos. Ela parecia o meu porto seguro, a minha promessa de amor eterno. Mas, naquela noite, Sofia Hayes apaixonou-se por outro homem. Era Rui Acosta, um estagiário arrogante, e a minha mulher, a herdeira de um império vinícola, tornou-se obcecada por ele. A crueldade dela escalou rapidamente. Fui abandonado à beira da estrada enquanto eu tremia de febre, a nossa fotografia de casamento substituída por um esboço barato do "amante", e o colar da minha falecida mãe, a única herança sagrada, atirado ao Douro como um capricho para o humilhar. Ela até me forçou a pedir desculpa a Rui por ele ter sido desastrado. Comecei a despejar as 99 garrafas de Vinho do Porto que guardava, cada uma representando uma promessa quebrada, sentindo cada vez mais o meu coração a estilhaçar-se. Porque é que ela me destruía assim? Éramos o casal invejado, e agora eu era o "corno manso" de que todos cochichavam. A sua obsessão por mim tinha sido a minha felicidade; a sua obsessão por ele era a minha ruína. A dor atingiu o auge quando, quase a morrer de uma reação alérgica que Rui propositadamente causou, Sofia me sedou e me entregou à Clara, a minha ex-admiradora louca, para salvar o seu precioso amante. Naquela noite, ouvi-a sussurrar a Rui que ele era a coisa mais importante do mundo para ela. Partiu o meu coração. A última garrafa foi para o esgoto depois de ela me enganar nos papéis do divórcio. Eu soube então: estava livre. Livre da mulher que me destruiu, mas também livre do amor que me cegou. Eu parti.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 17