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Vingança Que Floresce na Dor

Capítulo 4 

Palavras: 583    |    Lançado em: 09/07/2025

ue na boca. A primeira coisa que senti foi uma dor excruciante na m

os e vi o teto do meu ateliê, ou o que restava dele. Vigas d

ta de destroços. O plano

s. Minha mão... estava esmagada sob uma viga de metal. Os o

es novamente, abafadas pe

edro, com um tom de excitação doentia.

calma, quase clínica. "Ela nunca mais vai segura

onda de violação que me consumiu. Meus filhos, meu rim, min

ncia já está vindo?

ue ela teve um colapso nervoso, destruiu o ateliê e o teto cedeu. A hi

a me tirar a capacidade de ser mãe, de gerar uma vida, depois de t

cei-me a manter os olhos f

Meu Deus

falso. Ele se ajoelhou ao meu lado, o cheiro do s

o, meu amor!

rosto com dificuldade. Deixei uma lágri

ssurrei. "O qu

e vim correndo." Ele segurou minha mão esquerda, a

eita esmagada. "Minha mão.

veneno doce. "Os médicos vão cuidar de você. Ma

u vi o brilho de triunfo em seus olhos. Ele

nciosas falarem por mim. A dor, a traição, a p

tal, a cirurgia, a mentira final. Eu s

ma maca, com Lucas pairando sobre mim como um

ruído meu ateliê. Mas ele não tinha quebrado meu espírit

al sabia ele que estava apenas plantan

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Vingança Que Floresce na Dor
Vingança Que Floresce na Dor
“Grávida de sete meses, abri mão do meu filho e do meu rim para salvar Lucas, o homem que me tirou de um beco sombrio e me consolou de três abortos espontâneos. Ele era o meu mundo, e eu faria qualquer coisa por ele: "Tenho, Lucas. É a única maneira. O médico disse que seus rins estão falhando. Você precisa de um transplante urgente." Acordei da cirurgia sentindo meu corpo mutilado em dois lugares, mas a dor física era nada comparada ao que ouvi da porta entreaberta: Lucas e seu amigo Pedro revelando que tudo era um plano. Meus abortos não foram acidentes, minha mão foi destruída para me impedir de pintar, e meu útero seria removido numa cirurgia forjada para que ele pudesse me humilhar em seu noivado e me internar. A farsa era um monstro, mas a verdade era mais cruel: eu não era o objeto de uma vingança, mas um mero obstáculo para ele se casar com outra mulher. Eu, que estava disposta a morrer por ele, era apenas um peão em seu jogo sujo. Eu não era uma vítima. Eu era um alvo. E ele não queria só meu rim, ele queria minha reputação, minha vida. Eu não entendia por que tanto ódio, por que me destruir por algo que eu nunca fiz. Como pude amar um monstro? Deitada naquela cama de hospital, com o corpo em pedaços e o coração feito cinzas, uma nova emoção nasceu em mim: um ódio frio e calculista. Eu não ia morrer. Eu ia fugir. E ele não veria a promessa de morte em meus olhos, mas eu ia me vingar. Assim que saísse dali, meu plano de fuga se transformaria em um roteiro de destruição.”
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