icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Amor Traído, Guerra Declarada

Capítulo 1 

Palavras: 1132    |    Lançado em: 09/07/2025

s a

dos, sonhando com o dia em que voltaria pa

tia descontrolado. Eu mal podia esperar para sentir o che

no saguão. Meus pais estavam lá, acenando com sorris

l, veio em minha direção com um sorriso oleoso. Ele tinha o cabelo ralo e grudado

amor! Que

çar. Eu recuei instintivamente,

a aquel

, perguntei, a

do. "Como assim, quem sou eu, Dud

pais, buscando ajuda, uma explic

sim. O Marcelo estava

era um nó na minha garganta, "Não,

. Lindo como sempre, alto, com aquele sorriso que sempre me desmontava. Mas ele nã

ele se inclinou e a beijou. Um beijo

u senti o chão s

o homem nojento para o lado

e Pedro desapareceu quando me viu. Caro

á fazendo?", a voz de

o para as mãos dadas deles, "Pedro, o que signif

olina atrás dele como se a estivesse protegendo de mim. "Do qu

nha boca, "Nós somos noivos! Nós ía

gurando meu braço. "Amor, para com isso. V

i, me debatendo, "

o. "Filha, por favor. Você está cansa

com a minha melhor amiga e vocês todos estão agind

ou e o rosto de Marcel

e três anos esperando por você?", ele gri

é!", eu insisti, a voz

olso. "Filha, olhe. Vocês do

que eu nunca tirei. Minha mãe mostrou o celular dela. Outra foto. Eu e Marcelo em um jantar de fam

ão pod

e fotos que eu tinha com Pedro... sumiram. No lugar delas, fotos com Marcelo. Em v

eu gritei, sentindo a sanidad

ue é difícil aceitar, mas você e o Pedro terminaram antes de você viajar. Você não

i, "Você é uma ment

que agora estranho e frio. "Já chega, Maria Eduarda. Deixa a m

cochichavam, filmavam com seus celulares. Eu era a louca, a

stá su

da moça

, atacando a

notei a pequena protuberância em sua bar

que todos diziam ser meu noivo. A vergonha era um fogo que me consumia. Fui jogada no banco

para que eu "aceitasse a realidade". Em casa, a tortura continuou. Ál

hos saíram, alguns com pena, outros com desprezo. Pedro e Carol

sua amiga, sua louc

e um hospício!

falto molhado pela garoa. Chutes. Gritos. O rosto de Carolina, chorando falsamente. O

ada à dor da traição. O som da multidão se t

, uma l

ma turbina de avião. A comiss

ento de descida para o Aeroporto Internacional

vião. A mesma roupa. A

. O céu de São Pa

pesadelo. F

usão e o desespero deram lugar a um g

Reclame seu bônus no App

Abrir
Amor Traído, Guerra Declarada
Amor Traído, Guerra Declarada
“Três anos em Portugal. Sonhava em voltar para os braços do meu noivo, Pedro. Mas no aeroporto de Guarulhos, algo estava terrivelmente errado. Meus pais e minha melhor amiga, Carolina, me esperavam, mas Pedro não estava sozinho. Ele dava as mãos à Carolina, minha melhor amiga. E ao lado deles, um homem estranho, Marcelo, me chamava de "meu amor". Ele se apresentou como meu noivo, com um sorriso pegajoso e um cheiro azedo que me embrulhava o estômago. Tentei achar o verdadeiro Pedro, mas ele, ao lado da Carolina, disse: "Do que você está falando, Maria Eduarda? Eu sou casado com a Carol." Eu gritei, tentei fazê-los recordar de nossa história, de nossos planos, mas eles me mostraram fotos e vídeos falsos. Meu celular, minhas memórias digitais, tudo foi alterado. Fui tratada como uma louca desequilibrada, humilhada publicamente e agredida. Senti o chão sumir sob meus pés, a escuridão me engolir. Então, abri os olhos. Estava de volta no avião, no mesmo assento, a caminho do Brasil novamente. Aquilo não foi um pesadelo. Foi um aviso. E desta vez, eu estava pronta para a guerra. A vingança seria servida fria.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10