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Sofia: O Império Retorna

Capítulo 3 

Palavras: 901    |    Lançado em: 10/07/2025

ou a maçaneta da porta,

spe

teimosa se acendendo em mim. Será que ele tinha se arrepe

um instante. Ele não parecia arrependido, parecia

os braços cruzados e um olhar de

quecendo de algo?" ela per

u ombro, meu celular e carteira dentro dela. Eu não

ixo para o tapete da sala. "Está cheio de lam

do no tapete claro, provavelmente as minhas, de quando entrei mais

pa," ela ordenou, com

cia física. Ela não queria apenas que eu saísse, ela queri

io?" perguntei, incréd

defensiva. "Sofia, ela tem razão. Você sempre foi cui

Ele estava pedindo educadamente para eu me ajoelhar e limpar o ch

a finalmente superando o choque. "Se vocês

cê acha que tem o direito de dar ordens aqui? Você não é nada. Uma zé-n

meu. "Agora você vai pegar um pano e vai l

corpo inteiro tens

ez para provar sua lealdade a Juliana, talvez por puro pâni

ue ela mandou, So

dril e o cotovelo com força no chão duro. A dor foi aguda, mas a humilhação foi mi

derramar. Pedro me olhava com uma mistura de raiva e algo que parecia med

final de degrad

sto de repente ficou pálido e esve

que vou... ac

la se inclinou para a frente e vo

m

, me sufocando, me fazendo engasgar. Eu congelei, coberta pela sujeira dela, sentindo o líquido quen

hoque, enquanto Pedro corria para ampará-la. "Acho que a visão dessa

parecendo frágil e delic

go de compaixão em seus olhos. Havia apenas irritação. A raiva de

aborreceu! Você sabe que ela está grávida, que não pode passa

rou, me deixou ser humilhad

eu sussurrei, a voz rou

. Ele é um homem que sabe o que quer. E você? Você é apenas o vômito no

antei. Olhei para os dois, o casal perfeito do inferno, e gravei

io, deixando um rastro de humilhação para trás. O som da porta batendo às minhas co

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Sofia: O Império Retorna
Sofia: O Império Retorna
“Por três anos, vivi um conto de fadas ao lado de Pedro, sonhando com um futuro simples e feliz. Até que, em uma noite chuvosa, ele confessou o impensável: sua chefe, Juliana, estava grávida – e o filho era dele. Minha casa, meu porto seguro, virou palco de humilhação quando Juliana chegou, expondo que ela financiava nossa vida e me desprezando como um "lixo" . Ainda em choque, fui atirada ao chão por Pedro, antes de Juliana, em um ato de crueldade sádica, vomitasse em mim, enquanto Pedro me culpava por "aborrecê-la" . Desolada e coberta de sujeira, fui forçada a sair, ouvindo Pedro confessar que nunca me amou, apenas me usou como um "degrau conveniente" – a ingênua Sofia, que ele podia moldar e descartar. Desesperada, me enfiei em um táxi, um turbilhão de dor e traição me consumindo. Minha dignidade pisoteada, minha alma dilacerada, me perguntei: como pude ser tão cega? Mas o que eles não sabiam é que a Sofia que eles humilharam não era a Sofia real. Eu não era a órfã humilde; eu era Sofia Albuquerque de Melo, a única herdeira do Luxus Group, o maior império hoteleiro do país. E agora, eu voltaria. Não para chorar, mas para revindicar o que era meu e mostrar a eles o verdadeiro poder da "Zé-Ninguém" .”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10