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Seduza-me meu CEO perverso

Capítulo 2 Um choque que desencadeia o caos

Palavras: 1653    |    Lançado em: 18/07/2025

oração na garganta, sem saber nem o que pensar. Quem era aquele car

nha percebido o quanto tinha andado, perdida nos meus pensamento

sso, desviando das pessoas e xingando baixinho cada se

corpo. Quando abri a porta, encontrei Sebastião jogado no sofá, olhando

ntou, erguendo uma sobrancelha enqu

enquanto revirava o armário atrás de algo decente

banheiro correndo, tomei um banho rápido, rezando pra conseguir me arrumar depressa

a, e lembrei que Sebastião tinha usado ele na noite a

ue ia secar ao vento. Vesti a primeira coisa que encontrei: uma saia preta justa e uma blusa br

bastião da sala, mas eu já esta

portenhos que andavam como se o mundo não tivesse pressa, e bem

como uma bandeira de rendição. Fiquei ali, com o salto quebrado na mão, enquant

nha tempo pra me lamentar. Tirei os sapatos, joguei dentro da bolsa e continuei

Tinha que chegar na Duvall & Associados, meu novo trabalho, e

té a Duvall Tower. Entrei no saguão descalça, com a bolsa numa mão e a dignidad

meu estado desastroso, e quando as portas se abriram, saí c

e os documentos de admissão apertada contra o peito, e então... b

pelo corredor. Perdi o equilíbrio, certa de que ia parar no chão, mas an

uisito, o que tinha me olhado como se me conhecesse de uma vida passada. Agora ele me segurava, o aperto dele era quente, e por um segu

estremecer. Tinha algo no tom dele, uma mistura de surpre

pelo dia que estava tendo, me soltei

que dizia nem em quem ele era, só queria descarregar a rai

um sorriso quase imperceptível apareceu nos lábios dele, como se meu comentário tivesse achad

curando pelo senhor, aqui e

no corredor com uma cara de pânico que eu não entendi de início. Aí,

como se fosse um pedestre qualquer era Lisandro Duvall, o CEO da em

ra mim quase na mesma hora. Tinha uma faísca no olhar dele, algo

m tom tranquilo, quase calmo demais,

so, fez um gesto pra que eu o seguisse, mas antes que eu pudesse me mexer, Lisandro se inclin

nto nos comentários sarcásticos - sussurrou, e a v

nem sabia se devia responder. Ele se endireitou, me lançou um último olhar que me de

ovo, com um tom que p

favor, vem pro

feito? Como pude falar assim com o dono da empresa no meu primeiro dia? E, principalmente, o que tinha sido aquel

Minhas funções começariam aos poucos, eu precisava aprender antes de poder assumir alguma campanha publicitária. Era melhor isso do q

ela mão forte que me segurou, naquele comentário que

las mãos mais do que já tinha feito, mas estava exausta. Não era só o cansaço físico de ter corrido por meia Bue

trô de volta pro apartamento, espremida entre as pessoas, e tentei organizar meus pensam

uspiro que parecia tirar minha alma. Sebastião estava na cozinha, abrindo

treia? - perguntou, me servind

eguei a taça como se

or culpa dele, o salto quebrado no metrô, e o choque épico com Li

e quando terminei, soltou uma gargalhada

do - esse cara não tá acostumado a levarem resposta

m gole no vinho, que a

e, no fundo, tinha algo naquele olhar de Lisandro, no jeito que ele falou comigo, que me fazia querer saber mais. Era como s

truir minha vida em Buenos Aires, em não estragar tudo por causa de um homem que provavelmente esque

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Seduza-me meu CEO perverso
Seduza-me meu CEO perverso
“Quando cheguei a Buenos Aires, estava convencida de que podia lidar com tudo: um emprego novo na melhor agência de publicidade, uma vida nova e sem complicações. Mas nada me preparou para tropeçar - literalmente - em Lisandro Duvall, o CEO da Duvall & Associados, um homem tão atraente que deveria vir com um aviso. Alto, com olhos azuis que te despem com um único olhar e mãos que, ao me segurar, despertaram coisas que eu nem sabia que carregava dentro de mim. Desde esse primeiro encontro, trabalhar com ele virou um jogo perigoso. Cada reunião, cada toque "casual", cada palavra dele é como gasolina na minha imaginação. Quero me focar na minha carreira, mas, pelo visto, minha cabeça tem outros planos, enchendo-se de fantasias onde ele não é tão profissional e eu não sou tão inocente. E o pior é que ele percebe: aquela faísca no olhar dele, o jeito de se aproximar mais do que o necessário, como se soubesse exatamente como me levar ao limite. Mas Lisandro não é só um rosto perfeito. É um mistério envolto em segredos, um homem que vai do frio ao ardente em um instante e que me provoca como ninguém. Eu, que nunca fico para trás, entro no jogo dele, embora saiba que estou dançando sobre o fogo. Entre provocações, tensões que cortam o ar e uma atração que nos consome, nos enredamos em algo que nenhum dos dois controla. Minha carreira? Em risco. Minha sanidade? Perdida. Meu desejo? Impossível de ignorar. Então, cá estou, presa entre o dever e um homem que me faz arder só com um olhar. Não sei se isso vai acabar em desastre ou em algo inesquecível, mas, se for para cair, que seja com todo o fogo que ele promete. Você se atreve a descobrir como termina esse jogo? Porque eu já estou dentro, e não penso em recuar.”
1 Capítulo 1 A curiosidade matou o gato2 Capítulo 2 Um choque que desencadeia o caos3 Capítulo 3 Um CEO desconfortável4 Capítulo 4 Um pouco de diversão5 Capítulo 5 Mais do que apenas uma dança6 Capítulo 6 Um jogo perigoso7 Capítulo 7 Ele não é um santo.8 Capítulo 8 O terapeuta9 Capítulo 9 Um desafio10 Capítulo 10 A punição11 Capítulo 11 Noite de aposta12 Capítulo 12 O jogo da sedução13 Capítulo 13 Falta de controle14 Capítulo 14 A fuga