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A Decepção Dele, a Redenção Dela

Capítulo 4 

Palavras: 706    |    Lançado em: 24/07/2025

ara o andar de cima com um propósito. Eu

que havia tirado ontem, mas tudo. Todos os meus livros, minh

o colar de ouro com um pequeno pingente único. Era uma peça personalizada que minha m

esta

vaziei toda a caixa de joias na cama,

ma. Um pavor gelado se espalhou por mim. Havia

arissa estavam na sala, conversando b

igi, meus olhos

a?", Ricardo perguntou

o de raiva. "O de ouro com o pingente qu

tão

ternidade, vi o brilho do ouro. Era o meu c

ussurrei. "

terpôs, agarrando meus ombros. "Laur

lutando contra ele. "Olhe! Ela está us

ra mim! Ele disse que eu merecia algo bonito para me animar." Ela agarrou o colar prote

quele pingente. Não existe outro igual no mundo. Tem

arissa chorosa, seu rosto uma m

ixe-a ver", ele dis

ocê me deu!",

própria mentira. "Ela só quer olhar. Depois eu compro outro para

dinheiro. Era sobre ela, tocando a mem

o colar. Sua mão tremia. Ela o estendeu, mas ass

ue minha mãe havia desenhado em um guardanapo em uma lanchonet

to que um tiro na

eu. Todos nós apenas encaramos

a um pequeno sorriso triunfante no

verm

cardo e dei um tapa no rost

ndo para a bochecha, os o

ar o que tinha feito, Ricard

rt

a ardia, meus ouvidos zumbiam. O choque foi uma onda fria

u, "toque nela de novo. Um pedaço de bijuteria barata

filho do irmão

estranho. O homem com quem me casei tinh

ntão olhei para os pedaços quebr

u disse, minha voz o

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A Decepção Dele, a Redenção Dela
A Decepção Dele, a Redenção Dela
“O silêncio em nossa casa era pesado, quebrado apenas pelo som da terra caindo sobre o caixão do irmão do meu marido. Um mês depois, o silêncio foi substituído por algo pior. A viúva do meu cunhado, Larissa, estava grávida, e meu marido, Ricardo, decidiu que ela viria morar conosco. "É pelo bebê, Laura", ele disse, com a voz vazia. Ele não olhou para mim. Estava olhando para Larissa, que esperava perto da porta com sua única mala, pálida e frágil. "Ela precisa de apoio. É o filho do meu irmão." Eu observei enquanto Larissa, de forma lenta e sutil, começava a tomar conta da minha vida. Ela esperava do lado de fora do banheiro com uma toalha limpa para Ricardo, alegando que era um hábito. Ela batia na porta do nosso quarto tarde da noite, fingindo ter pesadelos, arrancando Ricardo de mim por horas de "consolo". O ponto de ruptura veio quando ouvi Ricardo massageando os pés inchados dela, exatamente como o falecido marido dela costumava fazer. Deixei a faca que segurava cair. O som metálico retumbou contra a bancada. Eu queria ouvir Ricardo dizer não. Queria que ele dissesse a ela que aquilo era inapropriado, que eu era a esposa dele. Em vez disso, ouvi sua voz baixa e calmante. "Claro, Larissa. Pode colocar eles aqui." Eu havia desistido de tudo por ele, me tornando a mulher que fazia de tudo para agradá-lo, buscando constantemente sua aprovação. Agora, vendo-o atender a todos os caprichos dela, percebi que nem sequer reconhecia a mulher que me encarava no espelho. Naquela noite, liguei para o meu pai. "Pai", eu disse, com a voz trêmula. "Eu quero o divórcio."”
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