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Meu Rival, Minha Única Esperança

Capítulo 2 

Palavras: 1090    |    Lançado em: 30/07/2025

o e escuro me puxando para baixo. Meus pulmõe

ra uma memória

r surgiu em mim. Eu não morreria aqui.

gritando em protesto. Minha cabeça rompeu a água

, que tremia, com seu paletó, sussurrando em seu ouvido. Ricardo, Dan

am ao trabalho

e dei tudo. Agora eu sabia. Ele nunca me viu como uma pessoa. Eu era um prêmio, um degrau. M

. Eu tinha que viver pa

orda da piscina. Meus dedos rasparam no concreto enquanto eu puxava meu corpo encharcado

m veio

ternidade, Daniel se virou. "Ah, Isabel

ção. "Tivemos que pegar a Sofia primeiro. Ela não sabe nadar

m em concordância, suas ex

Ricardo perguntou

stos, esses homens que um dia chamei de amigos

vestido molhado grudado em mim. Eu estava com frio, mas m

troca de roupas. Eu não queria seu falso co

o da piscina. Podia sentir s

pere!" Alexa

ndo água nos tapetes caros, e fui direto par

var a sensação da água da piscina, a sensação da traição deles. Mas e

celular vibrou

se sentindo melhor. Me avise

u. Deveríamos ter sido mais rápidos. Dei

ntinho para te animar. Uma notificação se segui

avam que eu era a mesma garota ingênua que se a

mensagens s

iou uma pulseira de diamantes que eu havia admirado no ano passado. Daniel se ofereceu para me levar a Paris para uma

rei

o que eu costumava amar. Eu sabia que Alexandre e Sofia estariam lá. E

tei o c

ofia, que usava um vestido simples, mas elegante. Ela parecia deslocada, um r

o para Sofia, e ela olhou para mim, seus olhos arregala

um desprezo cla

estavam ao meu la

olocando uma mão reconfortante em meu

erece", acres

xpor sua hipocrisia para toda a sala. Ma

ti uma onda de náusea. Esta era a mesma mão q

raço. "Eu s

olhar, confusos c

suave. "Estamos todos esperando su

queno e enigmático. "Voc

uena e satisfatória vitória. Deixe-os

comprando-lhe champanhe caro, apresentando-a a pessoas influentes. Para cada olhar

. Uma maneira de me mostrar o que eu estava p

ria funcionado. Eu teria

eu amava era um fantasma. O verdadeiro Alexandre Monteiro e

cido como "A Lágrima da Imperatriz". Não era apenas uma joia. Era lendá

a mãe no dia do casamento deles. Depois que ele faleceu, e

pedaço de um amor que era real e verdadeiro. Era tudo

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Meu Rival, Minha Única Esperança
Meu Rival, Minha Única Esperança
“No dia do meu aniversário, minha mãe me disse que era hora de escolher um noivo entre os solteiros mais cobiçados de São Paulo. Ela insistiu que eu escolhesse Alexandre Monteiro, o homem que amei com uma paixão cega na minha vida anterior. Mas eu me lembrava de como aquela história de amor terminou. Na véspera do nosso casamento, Alexandre forjou a própria morte em um acidente de jatinho particular. Passei anos como sua noiva em luto, apenas para encontrá-lo vivo e bem em uma praia, rindo com a estudante bolsista que eu mesma havia patrocinado. Eles até tinham um filho. Quando o confrontei, nossos amigos - os homens que fingiram me consolar - me seguraram. Eles ajudaram Alexandre a me jogar no oceano e assistiram do píer enquanto eu me afogava. Enquanto a água se fechava sobre a minha cabeça, apenas uma pessoa demonstrou alguma emoção real. Meu rival de infância, Dário Castilho, gritava meu nome enquanto o seguravam, seu rosto contorcido em agonia. Ele foi o único que chorou no meu funeral. Ao abrir os olhos novamente, eu estava de volta à nossa cobertura, apenas uma semana antes da grande decisão. Desta vez, quando minha mãe me pediu para escolher Alexandre, eu lhe dei um nome diferente. Eu escolhi o homem que chorou por mim. Eu escolhi Dário Castilho.”
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