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Da Ruína à Noiva Bilionária

Capítulo 5 

Palavras: 778    |    Lançado em: 06/08/2025

reto por dez milhões de rea

diu. Por um momento, o ape

a compra. O atendente passou meu cartão

eu disse, minha voz

te

ta. Barreto. O ca

ula. Meu pai nunca c

seguiu, deu um

sse, é por minha conta. - Ele entre

foi r

arecia a

as estão em ordem. D

do lado de fora da sala. As pe

Os Barreto e

ez milhões e não conseg

ha. Eu nunca me senti tão hu

a a cena se desenrolar, uma expressão fria e indecifrável e

se ele, tirando um

i aprovado ins

caixa de veludo conte

ou até Eva, abriu a caixa e prendeu as "Lá

nas uma piada. Eu e

lutei contra as lágrim

raguejou

eve ter hackeado nossas conta

o que ele fez. Ele era um gênio da programação. Ele poderia paralisar sistemas financeiros com al

e me arruinar, e ac

ra Xavier, sua voz

e long

ara mim, seus olh

para cas

sussurrei, minha vo

embora, sem o

as minhas sobremesas favoritas do lado de fora da minha porta. Eu as ignorei. Lembrei-me de

ente nas áreas comuns da casa. Eu fiz isso depois de ouvir a conversa de

am esparramados no

r que a gente a leve para Angra, mas o Damião diz qu

choramingou outro Bolsista, Léo. - Eu

com um suspiro. - Ele quer que um

ou - resmu

u Léo. - Xavier, você vai. Você é

ada de bom moço desaparecida. - Foi o Damião que

entrou em cena. Ele olhou para o

voz carregada de uma posse fria que me de

xa de presente da mesa e

. *Minha noiva.* Ele ainda tinh

uvir a voz raivosa de

sa que é? Ela pertence a tod

r estava pesad

i escolhê-lo. Ela sempre escolhe. Somos ap

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Da Ruína à Noiva Bilionária
Da Ruína à Noiva Bilionária
“Meu pai criou sete órfãos brilhantes para serem meus potenciais maridos. Durante anos, eu só tive olhos para um deles, o frio e distante Damião Paiva, acreditando que sua distância era um muro que eu só precisava derrubar. Essa crença se estilhaçou na noite passada, quando o encontrei no jardim, beijando sua irmã de criação, Eva - a garota frágil que minha família acolheu a pedido dele, aquela que eu tratei como minha própria irmã. Mas o verdadeiro horror veio quando ouvi os outros seis Bolsistas conversando na biblioteca. Eles não estavam competindo por mim. Estavam trabalhando juntos, orquestrando "acidentes" e zombando da minha devoção "estúpida e cega" para me manter longe de Damião. A lealdade deles não era a mim, a herdeira que segurava o futuro deles em suas mãos. Era a Eva. Eu não era uma mulher a ser conquistada. Eu era um fardo tolo a ser administrado. Os sete homens com quem cresci, os homens que deviam tudo à minha família, eram um culto, e ela era a rainha deles. Esta manhã, entrei no escritório do meu pai para tomar uma decisão que queimaria o mundo deles até as cinzas. Ele sorriu, perguntando se eu finalmente havia conquistado Damião. - Não, pai - eu disse, com a voz firme. - Eu vou me casar com Heitor Bastos.”