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O Divórcio Secreto do Meu Marido

Capítulo 3 

Palavras: 930    |    Lançado em: 06/08/2025

to ao som dos gritos do menino. S

o lado de Joca, pegando-o nos bra

e aconteceu? - ele perg

pontando um dedo trêmulo e ileso para m

lhos, momentos antes cheios de falsa preocup

le exigiu, sua voz baixa e perigosa. - E

comecei, mas

a você, para te dar uma família, e é assim que você o trata? Porq

estava usando minha dor, o sacrifício q

a atenção focada unicame

i está aqui. Vou chamar o méd

eguindo de perto. Antes de sair, ela me lançou um olhar

denso no ar. A tigela quebrada no chão, um símbolo da minha

r olhou para a m

rado que ecoou no quarto va

i o kit de primeiros socorros e enfaixei a queimadura desajeitadamente, a dor um lem

sculo, mal sangrando. Heitor me levou correndo para o pronto-socorro, seu rosto pálido de pre

i. Ou talvez ele n

a arrepiante, não era eterno.

Ele viu minha mão enfaixada e te

Sinto muito pelo que eu disse. E

imou, sua vo

usar problemas. Você consegue encontrar

estava me pedindo para perdoar a criança que me machuc

disse

um som de paci

ou dormir no quarto dele esta noite,

tar com ela. Eu sabia. Mas

eu disse, m

sperava uma briga, lágrimas, acusações. Ele não sabia qu

ijou minha testa, um

anse u

ele

a escuridão. Eu era uma estranha em minha pró

arde,

supostamente estava compartilhando com a crian

z de Heitor, densa com um pr

o de uma mulher, uma mistur

- ela gemeu.

ta, sua voz um zumbido baixo de pai

- ela

guida pelos sons rítmicos e inconfund

punhos. Pressionei meu rosto no travesseiro p

ueou, que tirou meu futuro de mim. Ele estava fazendo a

nosso casamento por causa da posição social inferior da minha

e casar com ela, com ou sem a sua bênção

eroz, tão leal. Minh

ra era uma piada. S

e a casa finalmente ficou em silêncio. Eu não dormi. Apenas

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O Divórcio Secreto do Meu Marido
O Divórcio Secreto do Meu Marido
“O zumbido fluorescente do DETRAN era a trilha sonora da minha vida entediante, até o dia em que tentei tirar a segunda via da minha carteira de motorista. - Seu estado civil. Aqui diz que você é divorciada - disse a atendente, estilhaçando meu casamento de cinco anos com Heitor Bastos com uma única e seca frase. Meu marido, Heitor, o homem que jurou me amar, havia se divorciado secretamente de mim há três anos. E não era só isso. Ele se casou no dia seguinte com Cândida Camargo, a mulher que tentou me assassinar no dia do meu casamento e me deixou infértil. E eles tinham um filho de dois anos, o Joca. Voltei para casa cambaleando, meu mundo um borrão, apenas para encontrar Heitor e Cândida discutindo na nossa sala de estar. - Eu odeio ter que fingir por causa daquela mulher patética! - Cândida gritava. Heitor, meu marido, implorava: - Eu te amo. Eu sempre te amei. O homem por quem sacrifiquei tudo, que jurou destruí-la, agora estava brincando de casinha com a minha assassina, e eu era a tola vivendo na casa dele, dormindo na cama dele, acreditando nas mentiras dele. A dor no meu abdômen, uma dor fantasma de cinco anos atrás, ardeu com força, espelhando a ferida aberta na minha alma. Eu não seria mais a vítima dele. - Hamilton - eu disse ao telefone, minha voz clara e firme. - Preciso da sua ajuda. Preciso que você me ajude a morrer.”
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