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A Traição do Amor: Um Casamento Forjado

Capítulo 4 

Palavras: 839    |    Lançado em: 07/08/2025

z baixa e ameaçadora. "Você colocou u

frio da arma uma realidade aterrorizante c

foi espetada! Ela está machucada! Você

sistiu Helena, sua vo

"Seguranças! Levem-na d

arrastando da cama do hospital. Eles a levaram de volta para a m

cruz de madeira, seus b

o", ela coaxou,

nça de Caio - saiu das sombras. Ele segurava

io e deliberado, ele forço

ranca e quente subia por seu braço. As cordas cortavam sua

sse o executor

confessar", ela ofegou, lágrimas

mem, um brilho cruel em seu

o que consumia tudo e ameaçava engoli-la por inteiro. Ela entrav

jovem, com o rosto pálido, sussurrou para o executor: "Senhor, ta

a. Cortez. Isso é uma sentença de mor

da era o poder real. Ela era apenas um objeto. Um sorriso amargo e que

empregada pessoal, uma jovem gentil chamada Lili, estava

gritou Lili, aliviada.

uma série de gritos horríve

e. "Senhora... o patrão... ele está chicoteando o executor

encarou

Lili, com os olhos arregalados. "Ele está dizendo que ofender a senhora é o

la, uma dor mais profunda que qualquer tor

va defendendo o nome de sua família. O sofrimento dela

, seu rosto uma tel

nte, Caio voltou. Ele estava vestido com um terno impecável

ou", disse ele, seu tom quase gentil. "Apenas aprenda a se dar bem

riminada, torturada e quase morta. Ele queria

oje à noite", ele conti

ue havia aparecido na porta, agarrou seu br

checha. Caio sorria, seus olhos cheios da adoração familiar que ele reservava apenas para ela.

da cidade. Assim que os três en

rido tão dedicado. Ele a l

cinco anos. Acho que a verdadeira amante é a Brenda C

u um canto tranquilo e ficou lá, observando Ca

e fotografias caiu da v

a. "Oh, meu Deus! É a dona da casa! Olhe esta

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A Traição do Amor: Um Casamento Forjado
A Traição do Amor: Um Casamento Forjado
“"Eu quero o divórcio." As palavras, ditas em voz baixa, mas carregadas de uma firmeza inabalável, rasgaram o ar pesado e tenso. Por cinco anos, eu, Helena Ferraz, fui a esposa de Caio Barros apenas no papel, uma transação para salvar a imagem da família dele depois que meu pai morreu para salvar sua vida. Eu suportei sua crueldade, sua humilhação, e o vi amar abertamente outra mulher. Quando finalmente juntei coragem para pedir minha liberdade, a mãe dele, a matriarca, me informou friamente que eu teria que suportar a "medida disciplinar" da família - trinta chibatadas - para provar que não estava sendo expulsa. Mas então, uma verdade chocante estilhaçou meu mundo: "Uma falsificação", Caio revelou casualmente. "Aquele casamento nem é legal." Meus cinco anos de sofrimento, as surras, a vergonha pública, tudo por uma mentira. O alívio durou pouco. Brenda, a amante de Caio, me incriminou por machucar seu cachorro e, depois, por tentar matá-la durante um passeio a cavalo. Caio, cego por sua devoção a ela, acreditou em cada mentira. Ele me puniu brutalmente, quebrando minha perna e deslocando meu braço, me deixando ali para morrer. Eu era apenas um objeto, uma peça de decoração, menos importante que um cachorro mimado aos olhos dele. Minha dor, minha dignidade, não significavam nada. Por que ele acreditava em cada palavra dela, em cada lágrima, em vez de acreditar no meu corpo ensanguentado? Mas no fundo do desespero, uma luz surgiu. Sua mãe, horrorizada com a crueldade dele, me enviou secretamente para Londres, me concedendo a liberdade que eu tanto desejava. Eu estava finalmente livre, e jurei nunca mais ver Caio Barros.”
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