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A Esposa, Sua Sentença de Morte

Capítulo 6 

Palavras: 932    |    Lançado em: 08/08/2025

chamas, minha mente uma tempestade caótica de dor e das palavr

o dela, tão cheio de promessas e

eu. Um saco de estopa foi jogado sobre minha cabeça

ndas e a voz raivosa d

! Você os quer de volta? Cinquen

rmazém úmido e escuro. E amarrado à cade

mão mais novo e inútil de Eleonora. Um eterno

para mim quando viu que eu estava acorda

ameaçando-o com o poder das f

a de Henrique. "Ela se importa mais com você do

a hora, duas maletas grandes n

Estou tão farto dela escolher ele em vez de todo mundo." Ele apontou uma

la escolheria. Fechei os

, disse Eleonora, sua

doado. Henrique tam

tou, depois bateu a cabeça contra o encosto

ique. Eleonora gritou e se jogou na fr

de metal na mão de Daniel. Uma fac

conta própria. Eu me lancei, empurr

lhou fundo n

u a empurrei longe demais.

s arregalados de choq

e horror. Então ela se virou para mim,

Você fez isso de propósito! Voc

ando-me completamente. Ela olhou para mim uma última vez, seu

, ela cuspiu. "Eu deveria tê-

para fora, me deixando amarrado à

o, vibrou. Um alerta de c

nvadiu. Tinha acabado. Eu estava

minha própria casa. Escrevi um testamento curto, deixando os vinte e cinco milhões de Henrique para

ama e fechei os olho

não me

s homens de Eleonora. Eles me arrastaram da cam

ticular. Eleonora estava lá, se

ela, com a voz rouca. "Ele precisa de um tr

inha força se esvaindo. "Eu estou morrendo

Você viveu do dinheiro da minha família por cinco anos. Você no

ensaria. Me daria qualqu

am para a sal

abriu. Henrique Castilho saiu. Ele não estava pálido ou morrendo.

tão preocupada comigo que fará qualquer coisa que e

"Sem anestesia. E não p

omprado e pago pelos

ia e afiada, foi enfi

pura agonia. Meu corpo se arqueou

ando-se para perto. "Vou cuidar bem da Eleonora pa

eu amor, minha dor... tudo estava

curta e triste de um garoto de or

ima rolou do ca

pensei. *Não nos

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A Esposa, Sua Sentença de Morte
A Esposa, Sua Sentença de Morte
“Hoje era meu quinto aniversário de casamento. Foi também o dia em que um médico me disse que eu tinha, no máximo, três meses de vida. Meu único rim restante estava falhando, uma complicação da cirurgia onde doei meu outro rim para minha esposa, a Senadora Eleonora Vasconcelos. Então eu a vi, saindo do Congresso Nacional, e não estava sozinha. Estava com Henrique Castilho, seu namorado da faculdade, e ele a beijou, um beijo longo e profundo, bem ali, na escadaria. Mais tarde, Henrique me encontrou, oferecendo vinte e cinco milhões de reais para que eu desaparecesse. Ele me olhou com desprezo, como se eu fosse algo que ele tivesse raspado da sola do sapato. Lembrei de ter ouvido Eleonora dizer a Henrique: "Não é amor. É... gratidão. Uma responsabilidade." Meu amor era uma mercadoria, meu sacrifício uma transação. Uma dor aguda atravessou minha lateral. Meu celular vibrou. Uma mensagem de Henrique: uma foto dele e de Eleonora na minha cama, com a legenda: *Ela é minha agora. E sempre foi.* Eu era Júlio Barros, um garoto de orfanato, que a amou por dez anos, desde que salvei sua vida com meu rim. Pensei que a gratidão dela havia se transformado em amor. Eu fui um tolo. Meu telefone tocou. Era Eleonora, sua voz falsa, prometendo uma surpresa. Então ouvi a voz de Henrique e o som de um beijo. A linha ficou muda. Qualquer última e estúpida centelha de esperança que eu tinha morreu com aquilo.”
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